Uma empresa espanhola distribuiu um xarope que havia causado a morte de 142 panamenhos

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22 de março de 2009

O Panamá pretende extraditar a administradora da empresa. O número de mortes pode por essa causa chega aos 400. O xarope conteria um álcool usado como líquido para freios.

Panamá havia solicitado a extradição ao A. Criado Martín, administradora da empresa espanhola, que supostamente distribuiu 100.000 frascos de xarope em zonas depauperadas do país centro-americano que havia causado a morte de 142 pessoas.

O suposto responsável, uma empresa com sede em Barcelona, comprou na China 9.000 quilos de glicerina para elaborar um xarope expectorante contendo dietileno glicol, um álcool usado como líquido para freios e logo vendida para o Segurança Social panamenha, segundo informa o El Pais.

A gerente da empresa declarou esta semana, uma queixa junto o Juizado número 24 do Barcelona. Por outro lado, a Audiência Nacional de Espanha, que em breve pronunciará sobre a possibilidade de extraditação, tramita uma ação apresentada pelas vítimas contra ela e a empresa para o delito de imprudência com resultando de morte.

A empresa se defende alegando que não analisou o produto importado de um país asiático devido a esta operação corre de parte do fabricante do medicamento e de matéria-prima. Oficialmente haviam falecido 142 pessoas, o número total de vítimas pode elevar a mais de 400.

Todas elas haviam sofrido alterações do sistema nervoso, náuseas, vômitos, falhas renais aguda, danos hepáticas, etc. Gabriel Pascual, presidente do Comitê das Vítimas disse que “nada sabe quanta gente haviam mortas. Nós acreditamos que existem milhares de casos”.

Fontes