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Uganda: após eleições polêmicas, exército procura líder opositor Bobi Wine "vivo ou morto"; 30 pessoas morrem

De Wikinotícias

29 de janeiro de 2026

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O exército de Uganda continua procurando o principal líder da oposição, Bobi Wine, após as polêmicas eleições de controversa eleição de 15 de janeiro. Wine um popular cantor que fez campanha usando capacete e colete à prova de balas enquanto soldados tomavam as ruas antes da eleição, fugiu logo após a polêmica votação de 15 de janeiro, escapando dos militares, que invadiram a casa de sua família em Magere, um subúrbio ao norte da capital nacional, Kampala, na noite seguinte. Ele também disse que agentes de segurança foram até sua residência em Busabala e tentaram subornar um de seus funcionários para obter informações sobre seu paradeiro.

Muhoozi Kainerugaba, filho do presidente de 81 anos e herdeiro aparente do poder, chegou a dizer numa rede social que "nossas tropas têm ordens para trazê-lo vivo ou morto", mas depois apagou a postagem. Ele também se vangloriou da morte de 30 membros do partido de Wine.

Autoridades bloquearam a internet em 13 de janeiro, dois dias antes da votação, supostamente para evitar a desinformação. O serviço foi parcialmente restabelecido em 18 de janeiro, um dia depois de a Comissão Eleitoral ter concedido ao presidente Yoweri Museveni, de 81 anos, que governa Uganda desde 1986, um sétimo mandato, declarando-o vencedor com 71,65% dos votos . No entanto, o bloqueio das redes sociais continuou até 26 de janeiro.

A ONU descreveu o ambiente eleitoral como marcado por “repressão e intimidação generalizadas contra a oposição política, defensores dos direitos humanos e jornalistas”, enquanto a oposição alegou fraude eleitoral e supressão de votos, tendo havido mau funcionamento dos kits biométricos de verificação de eleitores em diversas seções eleitorais.

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