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Trump quer cobrar US$ 1 bilhões para países ficarem em conselho de paz

De Wikinotícias

18 de janeiro de 2026

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Nesse domingo (18), de acordo com a Bloomberg, o governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump, solicitará que os países interessados em um assento permanente em um novo conselho da paz contribuam com no mínimo US$ 1 bilhão.

Trump centralizaria o comando do conselho, exercendo autoridade final sobre os integrantes e as deliberações. De acordo com um rascunho do documento do grupo acessado pela Bloomberg, Trump seria o presidente inaugural do conselho e teria a autoridade para determinar quais países seriam convidados a participar do órgão.

As deliberações seriam feitas por maioria simples, com um voto por país participante, porém estariam sujeitas à aprovação final do presidente do conselho. Cada país teria um mandato de três anos. Na carta, o conselho é descrito como sendo "uma organização internacional que busca promover a estabilidade, restaurar uma governança confiável e legal e assegurar uma paz duradoura em áreas afetadas ou ameaçadas por conflitos".

Conforme a Bloomberg, o órgão seria oficializado assim que três Estados-membros aprovassem a carta. Cada Estado-membro deverá cumprir um mandato de até três anos a partir da data de vigência desta Carta, podendo ser renovado pelo presidente.

O mandato de três anos não será aplicado aos Estados-membros que doarem mais de US$ 1 bilhão em fundos ao conselho da paz no primeiro ano de vigência da Carta.

Até o momento, a Reuters não conseguiu confirmar a informação de maneira independente.

A Casa Branca descreveu a reportagem como "enganosa" e declarou que não há uma taxa mínima de adesão para se tornar membro do "Conselho da Paz".

Em uma postagem na rede social X, a Casa Branca afirmou: "Isso simplesmente oferece filiação permanente a países parceiros que demonstrem profundo compromisso com a paz, a segurança e a prosperidade".

Em resposta à pergunta da Reuters sobre o tema, o Departamento de Estado dos Estados Unidos encaminhou publicações anteriores nas redes sociais feitas por Trump e por seu enviado especial, Steve Witkoff, nas quais não se mencionam valores.