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Trump pressiona Zelensky a concluir 'acordo' para encerrar guerra e desvia de pedido ucraniano por mísseis

De Wikinotícias

18 de outubro de 2025

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Nessa sexta (17), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que mostra uma cumplicidade renovada com o presidente russo Vladimir Putin, pressionou o ucraniano Volodymyr Zelensky a interromper as hostilidades, desconsiderando os pedidos de apoio militar feitos pelo presidente ucraniano. Zelensky, por sua vez, registrou a recusa, por enquanto, de seu pedido de mísseis Tomahawk americanos.

Trump escreveu em sua rede social Truth Social, sugerindo que os dois beligerantes deveriam "parar onde estão", e que "a reunião com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky foi muito interessante e cordial, mas eu disse a ele, como também sugeri enfaticamente ao presidente Putin, que era hora de parar com a matança e chegar a um ACORDO".

"Vamos deixar que ambos proclamem vitória, que a história decida. Chega de tiros, chega de mortes", disse ele antes de embarcar para a Flórida. Ao chegar, ele reiterou seu apelo aos jornalistas: a Ucrânia e a Rússia devem "parar imediatamente na linha da frente" atual.

Na sexta-feira, durante a visita do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky à Casa Branca, o presidente dos Estados Unidos indicou que ainda não era o momento adequado para enviar mísseis Tomahawk à Ucrânia. Zelensky declarou que o presidente russo, Vladimir Putin, "não está pronto" para a paz, ao passo que Trump pensa o oposto.

Ao chegar à Flórida, Trump afirmou a repórteres que a guerra deveria cessar e que ambas as partes deveriam "seguir a linha de batalha, onde quer que ela esteja. Caso contrário, é muito complicado. Vocês nunca conseguirão entender".

Apesar de Trump não ter excluído a possibilidade de enviar os mísseis Tomahawk de longo alcance solicitados por Zelensky, ele aparentou desinteresse quanto ao assunto, prevendo um encontro com Putin na Hungria nas próximas semanas.

Fontes