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Trump faz novas ameaças ao Irã e chama o país de 'perdedor do Oriente Médio'

De Wikinotícias

8 de março de 2026

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Nesse sábado (7), o presidente americano Donald Trump reiterou suas ameaças ao Irã.

Trump afirmou em seu perfil no Truth Social que "hoje, o Irã será duramente atingido! Áreas e grupos de pessoas que não eram considerados alvos até este momento estão sob séria consideração para destruição completa e morte certa, devido ao mau comportamento do Irã".

"O Irã não é mais o "valentão do Oriente Médio", mas sim 'O PERDEDOR DO ORIENTE MÉDIO', e continuará sendo por muitas décadas até se render ou, mais provavelmente, entrar em colapso total!", finalizou o republicano.

Trump também declarou em sua publicação que o país "pediu desculpas e se rendeu aos seus vizinhos do Oriente Médio", garantindo que não realizaria novos ataques.

A declaração foi feita em resposta direta ao líder iraniano. Neste sábado (7), Masoud Pezeshkian pediu desculpas aos países vizinhos que sofreram as consequências da retaliação iraniana após o ataque conjunto dos Estados Unidos e Israel, que resultou na morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, no último sábado (28).

Pezeshkian também afirmou que o conselho de liderança interino interrompeu os ataques aos países do Golfo Pérsico, uma ação que Trump atribuiu aos bombardeios executados por Washington e Tel Aviv.

"Essa promessa só foi feita por causa do ataque implacável dos Estados Unidos e de Israel. [...] É a primeira vez que o Irã perde, em milhares de anos, para países vizinhos do Oriente Médio", publicou na Truth Social.

Na declaração feita neste sábado, o presidente dos Estados Unidos afirmou que o Irã será atingido com "muita força". "Estão sob séria consideração para destruição completa e morte certa, por causa do mau comportamento do Irã, áreas e grupos de pessoas que não eram considerados como alvos até este momento", disse Trump.

Posteriormente, ao conversar com jornalistas a bordo do Air Force One, o republicano afirmou não prever a participação dos curdos no conflito, e que "não estamos olhando para os curdos irem [à guerra] porque não queremos fazer uma guerra mais complexa do que já está".

Fontes