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Temporada de furacões no Atlântico em 2025 pode ser mais fraca do que o esperado

De Wikinotícias

22 de julho de 2025

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Com uma temporada calma até agora - apenas três ciclones tropicais nomeados, Andrea, Barry e Chantal, sendo que nenhum deles foi um furacão - crescem as expectativas de que este ano haja menos destes fenômenos no Oceano Atlântico Norte do que o previsto inicialmente. No ano passado, no entanto, três ciclones tropicais se desenvolveram só em novembro, inclusive o superfuracão Rafael de categoria 3.

A CSU (Colorado State University), por exemplo, rebaixou ligeiramente sua previsão em 9 de julho, estimando agora 16 tempestades nomeadas, sendo 8 furacões (e destes, 3 grandes furacões). Em abril os cientistas da Universidade previam 17 tempestades nomeadas, sendo destas 9 furacões (incluindo 4 superfuracões).

A CSU emitirá outro parecer em 6 de agosto, enquanto a NOAA ainda não emitiu sua previsão de meio da temporada.

Temporada acima do normal

Apesar da revisão "para baixo", a CSU ainda acredita que a temporada será acima da média, levando em conta que uma temporada normal teria 2 ou 3 ciclones tropicais nomeados a menos e 1 ou 2 furacões a menos.

Superfuracões

MIlton em 7 de agosto como um furacão C5; ele chegaria rebaixado para C3 à Flórida

Superfuracões ou grandes furacões são furacões de categoria 3, 4 ou 5, com ventos extremamente destrutivos, que variam de 175 a 250 km/h ou até mais e rajadas que podem passar de 300km/h.

No ano passado houve dois superfuracões, Beryl (ventos de 270 km/h) e Milton (ventos de 285 km/h), este último um dos mais intensos na região desde sempre. "Milton foi um dos furacões mais fortes já registrados na bacia do Atlântico, atingindo a intensidade da categoria 5 (na Escala de Ventos de Furacão de Saffir-Simpson) com uma pressão central mínima abaixo de 900 mb", reportou a NOAA em seu relatório.

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Fontes