Suspeito de assassinar manifestantes em Wisconsin libertado sob fiança de US$ 2 milhões

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21 de novembro de 2020

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Kyle Rittenhouse, suspeito de um tiroteio contra manifestantes em Kenosha, Wisconsin, Estados Unidos, que deixou duas pessoas mortas, foi libertado da prisão na sexta-feira depois que seus advogados pagaram fiança de US$ 2 milhões.

Seus advogados teriam organizado uma campanha para coletar doações para o réu. Sua irmã fez pedidos públicos de ajuda para levantar fundos para a fiança. Pouco depois da libertação de Rittenhouse, um de seus advogados postou uma foto no Twitter mostrando ele e o ator Ricky Schroder parados um ao lado do outro e sorrindo.

Morador de Antioch, Illinois, Rittenhouse é acusado de cruzar as fronteiras estaduais e atirar e matar duas pessoas que participavam de manifestação contra o assassinato de Jacob Blake. Uma outra pessoa foi ferida. As acusações de Rittenhouse incluem homicídio doloso e posse ilegal de arma de fogo. Se condenado, Rittenhouse pode receber até pena de prisão perpétua.

Rittenhouse não tinha idade suficiente para possuir uma arma de fogo no estado de Illinois na época do incidente. Ele alegou ter pedido que um amigo mais velho comprasse a arma em seu nome usando o dinheiro que Rittenhouse recebeu do Estado durante a pandemia do coronavírus.

Rittenhouse se entregou às autoridades na manhã seguinte ao tiroteio, e seus advogados alegaram que o réu agiu em legítima defesa. O magistrado Loren Keating disse que considerava Rittenhouse perigoso, antes de definir a fiança de US$ 2 milhões. Rittenhouse, em comentários ao The Washington Post, afirmou que teria morrido se não estivesse armado naquela noite. Alguns grupos conservadores vieram em defesa dele.

Fontes

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