Sputnik vai entregar documentação à Anvisa para iniciar testes clínicos no Brasil

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15 de janeiro de 2021

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A União Química, farmacêutica que vai produzir a vacina Sputnik no Brasil, dará mais informações à Anvisa nesta sexta-feira (15) para obter as condições de o país iniciar os ensaios clínicos.

A Sputnik é produzida na Rússia e usada lá e na Argentina desde dezembro. De acordo com o Instituto Gamaleya, que desenvolveu a vacina, a vacina é 91% eficaz e foi testada em mais de 40.000 pessoas, mas não no Brasil.

Esse é o desafio. Para aprovar o uso emergencial da vacina, a Anvisa exige que a vacina seja testada no país. Oxford Vaccine e CoronaVac atenderam a esse requisito.

A União Química - empresa que vai produzir satélites no Brasil - fez um pedido de teste no dia 29 de dezembro, e na sexta-feira (15) fornecerá mais dados complementares solicitados pela Anvisa.

Demora em média três dias para a agência autorizar o início dos testes. Logo em seguida, a empresa cooperará com o Fundo Russo de Investimento Direto para apresentar um pedido de uso emergencial da vacina no Brasil.

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