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Soldado francês da ONU é morto no Líbano; Unifil e Macron apontam Hezbollah como suspeito, que nega

De Wikinotícias

19 de abril de 2026

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Nesse sábado (18), um ataque no sul do Líbano resultou na morte de um soldado da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil) e deixou outros três feridos. Nawaf Salam, primeiro-ministro do Líbano, repudiou o ataque e solicitou uma investigação imediata, conforme divulgado na rede X.

Segundo a Unifil, a primeira avaliação indica que os tiros foram disparados por agentes não estatais, possivelmente associados ao Hezbollah, grupo extremista libanês respaldado pelo Irã.

"A Unifil iniciou uma investigação para determinar as circunstâncias que envolvem este trágico incidente. A avaliação inicial indica que o incêndio foi provocado por agentes não estatais (supostamente o Hezbollah)", declarou a Unifil em um comunicado.

Entretanto, de acordo com a Reuters, o Hezbollah negou qualquer envolvimento no ataque. Ademais, segundo a agência de notícias francesa AFP, o presidente do Parlamento libanês, Nabih Berri, aliado do Hezbollah, repudiou o ataque. Berri declarou em um comunicado "condenar o ataque contra uma patrulha do contingente francês da Força Interina das Nações Unidas no Líbano no sul do Líbano".

Sargento-chefe francês é morto em ataque no sul do Líbano. De acordo com Macron, a vítima é Florian Montorio, integrante do 17º Regimento de Engenheiros Paraquedistas de Montauban. Três membros adicionais da Unifil (Força Interina das Nações Unidas no Líbano) também sofreram ferimentos.

O presidente da França expressou solidariedade às famílias afetadas. "A nação presta suas homenagens e expressa seu apoio às famílias de nossos soldados e a todos os nossos militares engajados pela paz no Líbano", publicou no X, antigo Twitter.

Macron responsabiliza o Hezbollah, organização armada aliada do Irã, pelo ataque. Ele demanda que as autoridades libanesas "prendam imediatamente" os responsáveis pelo ataque e reconheçam a responsabilidade pela morte do soldado francês.

Fontes