Resgate do Costa Concordia pode durar entre sete a dez meses, diz chefe da Defesa Civil na Itália

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Costa Concordia em 14 de janeiro.
Foto: Roberto Vongher/Wikimedia Commons.

30 de janeiro de 2012

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O chefe da Defesa Civil italiana, Franco Gabrielli, disse ontem que serão necessários entre sete e dez meses para poder tirar o navio de cruzeiro Costa Concordia e que serão necessários somente dois meses para decidir o que fazer com o navio: desmontá-lo em frente à ilha ou rebocá-lo para um lugar mais seguro, e mais alguns meses para fazer a estrutura desaparecer totalmente da zona marítima protegida, provavelmente até antes do final de 2012. O navio de cruzeiro Costa Concordia naufragado na noite do dia 13, da costa na ilha de Giglio, onde encalhou.

Sobre a movimentação do navio, mais evidente ontem, Franco Gabrielli declarou que é normal, sobretudo com o forte vento, mas que as autoridades não estão 'insensíveis" a esse fato e que continuam a monitorar o casco. Ele acrescentou que a prioridade até pouco tempo era "salvar vidas", mas que agora se trata de "evitar uma emergência ambiental".

Os técnicos calculam que ontem, em apenas seis horas, o casco se moveu 3,5 centímetros, enquanto que nos dias anteriores a movimentação era de apenas alguns milímetros por hora.

O mau tempo obrigou a suspender ontem as tarefas de busca das 15 pessoas ainda desaparecidas após o naufrágio. A cifra de mortes se elevou anteontem para 17, com a descoberta do corpo da peruana Erika Sorria Molina, de 26 anos, que trabalhava como camareira no cruzeiro.

Na sexta-feira (27), a empresa Costa Cruzeiros anunciou que os sobreviventes do Costa Concordia receberão cada um, indenização de 11 mil euros (cerca de R$ 25 mil reais) e mais 3.000 euros para cobrir despesas.

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