Ramos Horta diz que não deve haver reformas precipitadas na Guiné-Bissau

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Guiné-Bissau.

Agência VOA

30 de outubro de 2014

O antigo representante das Nações Unidas na Guiné-Bissau, José Ramos-Horta, aconselhou as autoridades guineenses a não tomarem decisões precipitadas quanto às reformas no sector de defesa e segurança.

Ramos Horta, que falava à margem da reunião dos Ministros dos Negócios Estrangeiros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que teve lugar ontem, 29, em Bissau, está no país para apoiar o Governo guineense na preparação da mesa redonda com os parceiros internacionais, prevista para Fevereiro do próximo ano em Bruxelas.

Para Ramos Horta, na perspectiva da reforma no sector da Defesa e Segurança, “é preciso ir com muita prudência e muito dialogo".

O prêmio Nobel da Paz que representou o Secretário-geral da ONU, em Bissau, durante o período conturbado de transição, considerou que ainda é cedo para se fazer uma avaliação da atual gestão governativa.

Entretanto, a reunião dos chefes da diplomacia dos países da CPLP tinha como pano de fundo, não só expressar o gesto de solidariedade para com as novas autoridades políticas, mas também ouvir delas o que necessitam em termos de apoio internacional.

Do encontro, não se apuraram decisões diplomáticas e políticas visando alguma situação em concreto sobre a Guiné-Bissau ou qualquer outro país membro. Sabe-se apenas que saiu uma orientação em como todos os chefes da diplomacia dos países membros devem interceder junto dos respetivos Governos a favor de apoios à Guiné-Bissau nesta fase da sua reafirmação a nível internacional.

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