Quatro cidades e um condado na China ordenaram restrições às comemorações de Natal

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24 de dezembro de 2018

Pelo menos quatro cidades e um condado na China ordenaram restrições às comemorações de Natal este ano, em meio a uma repressão à religião e aos esforços para reviver a cultura tradicional pelo Partido Comunista da China.

Demorou menos de 24 horas para todas as árvores de Natal, luzes e sinos desaparecerem de um complexo comercial e de escritórios de 27 andares na cidade chinesa de Nanyang.

Estudantes, professores e pais de 10 escolas da China disseram à Associated Press que as celebrações do Natal foram interrompidas. Isto é um exemplo de como os esforços para "normalizar" o pensamento influenciaram a vida cotidiana de muitos chineses. Essa mudanças aumentaram este ano com a criação de campos de reeducação para os muçulmanos uigures e uma repressão às igrejas cristãs que aumentou nas últimas semanas.

A polícia do distrito de Panlong, em Kunming, capital da província de Yunnan, informou que hotéis, salas de karaokê, internet cafés, bares e outros lugares lotados devem proibir as decorações e atividades relacionadas ao Natal.

"É proibido pendurar meias de Natal, usar chapéus de Natal, colocar árvores de natal e assim por diante", dizia o anúncio.

Não ficou claro se o aviso se aplicava a toda a cidade de Kunming, apesar de um policial ter dito à AP que a ordem de circulá-la veio de autoridades municipais.

O reverendo Jonathan Liu, fundador da Sociedade Cristã de Justiça Chinesa, uma organização sem fins lucrativos da Califórnia, disse que a reação contra o Natal reflete os esforços do resident Xi Jinping para "Sinicisar" a religião.

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