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Putin diz que chegou a "entendimentos" com Trump sobre o fim da guerra na Ucrânia

De Wikinotícias

1 de setembro de 2025

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Nessa segunda (1), durante o encontro no Alasca no mês passado, o presidente russo, Vladimir Putin, declarou ter alcançado "entendimentos" com o presidente americano, Donald Trump, a respeito do término do conflito na Ucrânia.

No entanto, ele não afirmou se aceitaria as negociações de paz mediadas por Trump com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. Trump, aparentemente, havia estabelecido segunda-feira como prazo para a resposta de Putin.

Em uma cúpula na China, Putin reiterou sua justificativa para a invasão da Ucrânia, responsabilizando novamente o Ocidente pelo conflito.

Depois da reunião no Alasca, Steve Witkoff, enviado especial dos Estados Unidos, declarou que Putin havia aceitado oferecer garantias de segurança à Ucrânia como parte de um possível acordo de paz futuro, mesmo que Moscou ainda não tenha confirmado essa informação.

Em seu discurso, o líder russo justificou a ofensiva de Moscou na Ucrânia, responsabilizando diretamente a aliança de segurança da OTAN. Em fevereiro de 2022, Putin deu a ordem para uma invasão em grande escala da Ucrânia e deixou explícito que não pretendia cessar os combates até anexar vastas regiões do país, incluindo o leste de Donbass. Em seu discurso na OCS, ele se referiu à guerra de forma eufemística, chamando-a de "crise".

"Agradecemos muito os esforços e propostas da China e da Índia visando facilitar a resolução da crise ucraniana", afirmou Putin no fórum. "Espero que os entendimentos alcançados na recente reunião Rússia-Estados Unidos no Alasca também contribuam para esse objetivo", complementou.

"Para que um acordo ucraniano seja sustentável e duradouro, as causas profundas da crise, que acabei de mencionar e que já mencionei repetidamente, devem ser eliminadas", afirmou Putin.