Putin admite que hackers russos podem ter feito ciberataques para influenciar eleições em outros países

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Agência Brasil

1 de junho de 2017

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse nesta quinta-feira (1°) que o Estado russo não faz ciberataques ou hackeamento e ressaltou que, de qualquer maneira, hackers não podem influenciar no resultado de uma eleição. A informação são das agências russas.

"Nós não nos dedicamos a isso (ciberataques e hackeamento) em nível estatal e eu não pretendo fazê-lo. Pelo contrário, estamos dedicados a combater hackers dentro do país", disse Putin em uma entrevista a dez agências de notícias.

O presidente russo disse ainda que estava "absolutamente convencido" de que "nenhum hacker pode ter uma influência decisiva sobre o andamento da campanha eleitoral em outro país."

"Não tem nenhum efeito, nem na consciência dos eleitores nem na do povo. Nenhuma informação influencia os resultados finais" das eleições, ele disse em resposta a uma pergunta sobre uma possível interferência russa na eleição alemã.

Putin sugeriu que qualquer pessoa poderia desenvolver uma série de ataques de forma que pareça que partiram da Rússia. "A tecnologia moderna permite isso", disse Putin em declarações da Agência EFE.

Para o presidente russo, "os ciberataques podem partir de qualquer lugar do mundo". Ele também admitiu a possibilidade de hackers considerados patriotas "darem sua contribuição, da maneira como entenderem correto, para lutar contra aqueles que falam mal da Rússia."

"Teoricamente, isso é possível", dise Putin, que classificou como "fictícias" as acusações de que ataques russos estariam influenciando resultados eleitorais em outros países. As declarações foram feitas após conversas em Paris com o líder francês, Emmanuel Macron.

Fontes

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