Presidente dos Estados Unidos perde cooperação com a China "para planejar o século XXI"

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O Presidente Obama (à direita) na primeira reunião de diálogo econômico estratégico da China-EUA, com o discurso inicial, foram apresentados Vice-Premier Wang Qishan (meio) e o membro Conselheiro Dai Bingguo (à esquerda).

27 de julho de 2009

Washington, DC, Estados Unidos

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu no discurso na capital americana, para o Governo da China para que ampliem a cooperação com os Estados Unidos no planejamento do Século XXI, afirmando que o relacionamento de Washington e Pequim é "tão importante quanto qualquer outro" no mundo, que coopere em um leque maior de assuntos do sistema intenacional, da recuperação econômica ao combate às mudanças climáticas e fez uma sutil menção à questão dos direitos humanos. O discurso dá o início a dois dias de importantes conversas.


A relação entre os EUA e a China dará forma ao século XXI, o que a torna tão importante quanto qualquer outra relação bilateral no mundo. Esta realidade deve ser a base de nossa parceria. Esta é a responsabilidade que carregamos.
Barack Obama


O Presidente da China, Hu Jintao, que não pôde comparecer no local, divulgou mensagem para o presidente americano, que pareceu ser um novo slogan pré-definido, querendo "uma relação positiva, construtiva e abrangente":


No papel de dois países que possuem influência significativa no mundo, China e Estados Unidos têm importantes responsabilidades em um repertório de assuntos cruciais envolvendo a paz e o desenvolvimento da humanidade. Nossos dois países devem ousar expandir os pontos em comum, reduzir diferenças, aumentar a confiança mútua e fortalecer a cooperação.
Hu Jintao


O diálogo desta semana retoma uma aproximação iniciada em 2006 pelo governo de George W. Bush, que no entanto, foi centralizada apenas em temas econômicos.

A China, cuja delegação em Washington é liderada pelo conselheiro estatal Dai Bingguo e pelo vice-primeiro-ministro Wang Qishan, indicou que pretende pressionar os EUA a respeito de algumas questões, além dos 750 bilhões de dólares que o país possui atualmente em títulos da dívida americana.

Fontes

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