Presidente do Inep pede continuidade na educação

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Agência Brasil

18 de dezembro de 2018

A presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Maria Inês Fini, fez um apelo hoje (18) ao novo governo para que mantenha as ações que foram iniciadas no setor da educação. “Espero que, mais uma vez, a gente não cometa o pecado da descontinuidade. Isso é que acarreta atraso gigantesco para a educação do Brasil.”

Segundo Maria Inês, os programas e iniciativas educacionais têm que ser revistos. “Isso é direito e dever dos novos gestores do MEC (Ministério da Educação)”, enfatizou a educadora. Ela ressaltou que o Brasil teve, em etapas diferentes de gestão, "excelentes projetos" que foram abandonados pelas gestões seguintes.

“Eu considero que nós estamos vivendo um momento muito privilegiado de transição e espero realmente que a única característica que vai garantir que o Brasil progrida seja respeitada: que é a continuidade”, afirmou Maria Inês, que fez as declarações em entrevista coletiva sobre os resultados do Conceito Preliminar de Cursos (CPC) e do Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC). Os índices medem, respectivamente, a qualidade dos cursos superiores e das instituições de ensino que ofertam esses cursos.

Os resultados mostraram que 278 instituições de ensino superior tiveram desempenho abaixo da média de desempenho geral das instituições avaliadas em todo o país e que um a cada 10 cursos também obteve “conceitos baixos”.

Segundo a presidente do Inep, tanto a educação básica, que corresponde à etapa escolar que vai do ensino infantil ao médio, quanto a educação superior devem ter atenção especial dos novos gestores, uma vez que é a educação básica que forma os professores que trabalharão nas escolas que, por sua vez, formarão os estudantes que vão entrar nas universidades.

Maria Inês destacou como iniciativas que precisam ter continuidade a Base Nacional Comum Curricular, que define o mínimo que os estudantes deverão aprender na escola em todo o país, e a Base Nacional Comum da Formação de Professores da Educação Básica, que define o mínimo que os novos professores devem aprender nas universidades, entre outras.

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