Presidente Lula e o Partido dos Trabalhadores planejam eleger Palocci como governador de São Paulo em 2010, diz a imprensa

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18 de janeiro de 2009

São Paulo, SP, Brasil

Segundo que se comenta pela imprensa brasileira desde início do mês, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Partido dos Trabalhadores (PT) planejam articular a candidatura do ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci, ex-prefeito de Ribeirão Preto entre 1993 a 1997 e 2001 a 2002, para ser eleito o governador do estado de São Paulo já no que vem.

Palocci que governou a cidade, uns dos maiores pólos de produção de etanol do país, tem respeito da oposição, onde tem liderança política na região, ameaçada pelos opositores que foram eleitos em 2008, apesar ser reconhecido na gestão al frente do ministério, quando foi escolhido pelo Lula para ocupar o cargo após ser eleito em 2002.

A divulgação das notícias “para eleger Palocci em 2010”, ocorreu na edição da internet da Folha de São Paulo, em 3 de janeiro, logo depois a imprensa. Segundo as notícias, Lula e o PT em São Paulo esperam a decisão desde dezembro do ano passado do Supremo Tribunal Federal (STF), a alta corte jurídica do Brasil, sobre a situação jurídica do agora deputado reeleito em 2006, Antonio Palocci, acusado ter ordenado, em 17 de março de 2006, o presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Mattoso violar o sigilo bancário do caseiro Francenildo da Costa para ser divulgado o extrato bancário de quase R$ 20 mil reais do caseiro pelo assessor de imprensa de Palocci, o jornalista Macelo Netto, da Revista Época, depois que o caseiro acusou três dias antes, Palocci de ser envolvido de se encontrar os acusados de participar em esquema de corrupção da prefeitura de Ribeirão Preto e as prostitutas numa casa em Brasília.

A quantia era de origem legal e este escândalo provocou a renúncia do então poderoso ministro Palocci, Mattoso e Netto, em meio da crise política de 2004 a 2006, que derrubou toda a cúpula do PT, iniciado pelo assessor Waldomiro Diniz, do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, em 2004, que levou a queda e a cassação do mandato em 2005.

Após renunciar o cargo, Palocci voltou ser deputado se reelegeu no mesmo ano, depois do sucesso da política econômica nos primeiros anos do Governo Lula, apesar dos adversários e desafetos políticos terem explorado o escândalo do caseiro. Em dezembro de 2006, em protesto aos que reelegeram Palocci, as pessoas vaiaram na hora da diplomação.

A ex-prefeita da cidade de São Paulo (2001-2005) e ex-ministra de Turismo (2007-2008) Marta Suplicy e senador Aloizio Mercadante, seriam outros nomes do partido para se elegerem como governadores do estado com 41 milhões de habitantes. No entanto, Marta teve as duas gestões criticadas, a primeira como prefeita (em São Paulo, deixou várias obras inacabadas e outras na época eleitoral de 2004) e a segunda como ministra (assumiu o cargo que não era experiente, apesar de ser sexóloga) com declaração inadequada sobre a crise aérea. Pesam contra Aloizo Mercadante, a tentativa de membros de tentar vender dossiê contra candidatos do PSDB em 2006.

Os últimos governadores foram Mário Covas (1995-2001), Geraldo Alckmin (2001-2006), Cláudio Lembo (2006) e José Serra (desde 2007), são do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), com exceção do Lembro, do extinto Partido da Frente Liberal (PFL), hoje Democratas, que apóia o governo estadual.

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