Porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos renuncia após classificar "ridícula" a prisão de um soldado infiltrador de WikiLeaks

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13 de março de 2011

Washington, Estados Unidos — O porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Phillip J. Crowley, renunciou hoje depois de dar alguns dias atrás as declarações e qualificar como "estúpido" e "ridículo" a prisão do soldado estadounidense Bradley Manning por suspeitas de vazamentos de informações da guerra no Iraque para WikiLeaks, já que as autoridades que tem com vigilância em 24 horas por dia, assim como também o obrigam a dormir na cela nu e que várias horas depois o despertam para saber seu estado, de modo que o advogado também denunciou isso como "tratamento desumano".

A chefa do Departamento, Hillary Clinton, aceitou hoje a renúncia do porta-voz, com "pesar" e também acrescentou: "Crowley serviu o país em áreas militar e como cidadão e em seu trabalho o que fez inspirado por uma profunda devoção à política pública e da diplomacia", pelo que também acrescentou que ele deseja o melhor.

Segundo declarações dadas por Crowley, afirmou que a renúncia foi dada pelo "declarações polêmicas" e pelo "impacto" produzido por estes, ao igual, em uma conferência de imprensa, ele perguntou ao Presidente Obama, acerca deste tema e assegurou que o tratamento dado ao Manning é indicado e apropriado.

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