Polícia da Malásia e Interpol procuram mais quatro suspeitos no assassinato de Kim Jong Nam

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19 de fevereiro de 2017

Kim Jong-nam, morto na segunda feira, é meio-irmão do ditador norte-coreano Kim Jong-un.

O oficial da polícia da Malásia, Noor Rashid Ibrahim, anunciou hoje que as autoridades estão procurando por quatro norte-coreanos suspeitos de envolvimento no assassinato de Kim Jong-nam, meio-irmão do líder norte-coreano Kim Jong-un. De acordo com Ibrahim, os quatro deixaram a Malásia no dia em que Kim Jong-nam foi morto.

Ibrahim advertiu contra a suposição de que a morte de Kim Jong-nam foi ordenada pelo governo de seu meio-irmão: "os quatro detêm a nacionalidade norte-coreana, isso é tudo". A Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) está ajudando na procura de pessoas que as autoridades acreditam poderem ajudar na investigação

Há três suspeitos já sob custódia, Siti Aishah, um indonésio, Muhammad Farid Bin Jalaluddin, um malaio, e Doan Thi Huong, que estava carregando um passaporte vietnamita. De acordo com a filmagem da CCTV, duas mulheres, presumivelmente Aishah e Huong, se aproximaram de Kim Jong Nam no Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur. Uma delas o distraío enquanto a outra administrava um veneno de ação rápida. Kim sentiu-se mal e morreu antes de chegar a um hospital. Aishah disse à polícia que ela achava que tinha sido contratada para fazer uma brincadeira para um programa de televisão. Uma das mulheres estava usando um "LOL" t-shirt no momento.

Kim Jong Nam foi o herdeiro do seu pai, Kim Jong-il, mas foi afastado quando o seu irmão assumiu a presidência. Ele vivia em Macau com a sua família há muitos anos.

O consulado indonésio pediu acesso a Aishah, mas foi recusado. De acordo com a lei da Malásia, ninguém pode falar com os suspeitos enquanto a investigação está em curso.

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