Podem faltar nomes para a temporada de furacões deste ano, alertam especialistas

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10 de setembro de 2020

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Previsão do NOAA em 09 de setembro de 2020

A prometida “intensidade” da temporada de furacões do Atlântico em 2020 aconteceu e com as tempestades Paulette e Rene ativas e os prognósticos para que a tempestade Sally se forme nos próximos dias – com potencial para se tornar um furacão – na costa da África Ocidental, segundo o Severe Weather Europe podem faltar nomes este ano. Depois de Sally, “apenas três nomes de tempestade sobram para a temporada de 2020”, reportou o website.

E, mais especificamente, segundo o artigo Temporada de furacões no oceano Atlântico de 2020 da Wikipedia, os três nomes restantes são Teddy, Vicky e Wilfred.

Em sua previsão anual sobre a temporada, o NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration) havia prognosticado em maio passado que a temporada teria grandes chances de ser "acima do normal”. Segundo o órgão na época, as chances da temporada ser intensa eram de 60%, contra apenas 10% de que fosse “abaixo do normal”.

O NOAA também anunciou que previa que de 13 a 19 tempestades receberiam nomes (aquelas com ventos de 60km/h ou mais), que 6 a 10 tempestades poderiam se tornar furacões (com ventos de ou acima de 120km/h) e que destes furacões, de 3 a 6 podem poderiam ser intensos, de categoria 3, 4 ou 5 (que apresentam ventos de ou acima de 175 km/h).

Até agora, 18 fenômenos já foram nomeados, sendo cinco deles os furacões Hanna (alcançou ventos de 150 km/h), Isaias (140 km/h), Laura (240 km/h), Marco (120 km/h) e Nana (120 km/h).

Sally

Segundo o NOAA (veja na imagem a marcação em vermelho), a que é agora uma "onda tropical" vai se transformar numa depressão tropical em cerca de dois dias, com chances de 90% de evoluir para um furacão em até cinco dias.

Só quando o fenômeno alcançar ventos de 60km/h receberá seu nome: Sally.

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