OMS e ECDC divulgam boletim sobre rara hepatite em crianças; vacina contra covid-19 não é a causa

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15 de maio de 2022

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Apenas 16% das crianças e adolescentes que tiveram hepatite rara nas últimas semanas na União Europeia tinham sido vacinados contra a covid-19, reportaram a OMS e o ECDC em um boletim conjunto na sexta-feira, o que derruba os temores de que a imunização contra o Sars-Cov-2 fosse responsável pelos casos. 75,9% dos casos também foram registrados em crianças menores de 5 anos de idade, o que corrobora a tese, já que a vacina nem sequer está liberada para esta faixa etária na maioria dos países do bloco.

De acordo com o documento, até o dia 13 passado 232 casos de hepatite aguda de causa desconhecida em crianças com 16 anos ou menos haviam sido registrados, dos quais a maioria no Reino Unido (131), Espanha (26), Itália (24) e (Bélgica (12).

Entre os doentes, 15,4% precisou de internação em UTI e 59,6% deu positivo para Adenovírus, o que também descarta, inicialmente, este vírus como o causador.

Um óbito foi registrado e alguns doentes precisaram de transplante de fígado.

No Brasil

Também na sexta-feira, o Ministério da Saúde do Brasil criou uma Sala de Situação para monitorar um possível surto no Brasil. Segundo a pasta, até ontem havia 44 casos notificados sendo monitorados.

Fontes