Morre aos 86 anos, o saxofonista camaronês Manu Dibango, vítima do novo coronavírus

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Agência VOA

24 de março de 2020

O conhecido músico camaronês Manu Dibango morreu nesta terça-feira (24) em Paris, na França, após ter contraído o novo coronavírus.

A morte de um dos maiores músicos africanos, de 86 anos, foi confirmada pelo seu editor, Thierry Durepaire, no Facebook: “Ele morreu nesta manhã num hospital na região de Paris".

O editor musical acrescentou que "o funeral será realizado em estrita privacidade e um tributo à sua memória será organizado logo que possível".

O saxofonista foi um dos pioneiros do chamado “afro-jazz” e deixou marcas indeléveis na música mundial, tendo também fundido o funk com a música tradicional camaronesa.

Dibango será lembrado por gerações, desde "Soul Makossa" de 1972. Entre outros sucessos, incluem-se 'Manu 76', 'Super Kumba', 'The World of Manu Dibango', 'Afrovision', 'Sun Explosion', 'Ambassador', 'Waka Juju' e 'Mboa'.

Ele chegou a atuar juntamente com a cantora cabo-verdiana Cesária Évora (1941-2011). Gravou o clássico "Diarabi" com o angolano José Adelino Barceló de Carvalho, mais conhecido artisticamente por Bonga Kuenda de Angola ou apenas Bonga para o disco Wakafrika, de 1994; em 2017, lançou o disco M&M com o jovem saxofonista moçambicano Moreira Chonguiça.

Fontes

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