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Kremlin quer que situação entre Venezuela e Estados Unidos permaneça calma, diz TASS

De Wikinotícias

2 de novembro de 2025

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Nesse domingo (2), o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou à agência de notícias russa TASS que a Rússia deseja que a situação entre a Venezuela e os Estados Unidos permaneça tranquila.

"Queremos que tudo permaneça em um caminho pacífico e que não surjam novas situações de conflito na região", afirmou Peskov, conforme reportado pela TASS.

O Miami Herald informou anteriormente que o governo dos Estados Unidos havia tomado a decisão de atacar alvos militares na Venezuela. De acordo com o jornal, esses ataques poderiam ocorrer em breve, possivelmente nas próximas horas ou dias. Nesse meio tempo, Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, negou em entrevista a repórteres que estivesse pensando em ataques à Venezuela ou que houvesse tomado qualquer decisão a respeito.

Segundo o The New York Times, no dia 7 de outubro, Trump decretou o término de todos os esforços para alcançar um acordo diplomático com a Venezuela. Além disso, ele deu permissão à CIA para começar operações subversivas na Venezuela. Trump admitiu publicamente no dia 15 de outubro que havia permitido que a CIA realizasse operações clandestinas na Venezuela. Contudo, ele não respondeu se havia dado permissão à CIA para tentar assassinar Maduro. O líder venezuelano declarou várias vezes que seu país está enfrentando a mais grave ameaça de invasão pelos Estados Unidos em um século. Washington critica as autoridades da Venezuela por não tomarem medidas adequadas para combater o narcotráfico. Com esse pretexto, os Estados Unidos despacharam um grande número de tropas para a região do Caribe.

No dia 21 de outubro, a Duma Estatal da Rússia aprovou oficialmente o tratado de parceria e cooperação estratégica entre Rússia e Venezuela. De acordo com Sergey Ryabkov, vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, essa ratificação é de grande relevância, considerando a intensa e sem precedentes pressão, que inclui pressão militar direta, que os Estados Unidos estão impondo sobre a Venezuela.