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Homem faz reféns em supermercado na Ucrânia; seis pessoas morreram

De Wikinotícias

19 de abril de 2026

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Nesse sábado (18), o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, informou que ao menos seis pessoas perderam a vida em um bairro residencial de Kiev, após um indivíduo armado disparar e fazer reféns em um supermercado.

Pelo menos 14 pessoas ficaram feridas e precisaram ser hospitalizadas. O indivíduo suspeito, com 58 anos, foi morto durante a ação policial. "Ele havia tomado reféns e atirado contra policiais durante a detenção", declarou o ministro do Interior, Ihor Klymenko, por meio das redes sociais.

"Meus mais profundos pêsames às famílias e aos entes queridos. Dez pessoas foram hospitalizadas com ferimentos e traumatismos", anunciou Zelensky na rede social X. "Quatro reféns foram resgatados", declarou Zelensky na rede social X. O presidente solicitou uma "investigação rápida" sobre o incidente, e disse que "as circunstâncias estão sendo esclarecidas".

Vitali Klitschko, prefeito de Kiev, anunciou que uma operação especial foi conduzida para capturar o atirador, que estava dentro de um supermercado localizado em um distrito central da capital.

O atirador, um homem de 58 anos nascido em Moscou, segundo o procurador-geral da Ucrânia, Ruslan Kravchenko, também faleceu. As autoridades estão apurando a razão do ataque.

Kravchenko declarou que o indivíduo disparou em uma rua do distrito de Holosiivskyi, em Kiev, causando a morte de quatro pessoas. Depois disso, ele entrou em um supermercado, onde matou mais uma pessoa e fez reféns. De acordo com o procurador-geral, as informações iniciais indicam que o atirador utilizou uma arma automática.

De acordo com o prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, outra pessoa atingida pelo agressor faleceu no hospital. Ele também informou que outras nove pessoas estavam recebendo tratamento em hospitais, enquanto seis foram assistidas por médicos no local.

Ihor Klymenko, ministro do Interior da Ucrânia, declarou que os negociadores policiais estabeleceram contato com o indivíduo e mantiveram uma conversa com ele por 40 minutos.

Posteriormente, comandos da Unidade de Resposta Rápida da Polícia Nacional invadiram o estabelecimento. O agressor disparou contra os policiais durante a abordagem e foi morto, conforme relatou Klymenko.

Fontes