Gripe suína já matou 557 pessoas no Brasil, que detém a 7ª maior taxa de óbitos no mundo

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Agência Brasil

27 de agosto de 2009

O Brasil ocupa a sétima colocação no comparativo entre os 15 países com os maiores números de mortes por influenza A (H1N1) – gripe suína – de acordo com o Ministério da Saúde. A taxa brasileira é de 0,29 morte a cada 100 mil habitantes. O primeiro colocado é a Argentina (1,08), seguida do Chile (0,75).

O Ministério da Saúde confirmou hoje (26) 557 óbitos em decorrência da doença. O estado do Paraná, com 151 óbitos, registra a maior taxa de mortalidade do país (1,41 a cada 100 mil habitantes), seguido pelo Rio Grande do Sul (com 98 mortes e taxa de 0,90), por São Paulo (com 223 óbitos e taxa de 0,54) e pelo Rio de janeiro (55 óbitos e taxa de 0,34).

O boletim anterior, do dia 18 de agosto, registrou 368 mortes. O ministério alerta que o acréscimo no número de mortes se refere ao período de uma semana, com confirmação laboratorial entre os dias 16 e 22 de agosto. O país registrou 5.206 casos da influenza A (H1N1) - gripe suína, até o momento, incluindo 1.980 mulheres em idade fértil (15 a 49 anos) das quais 480 eram gestantes. A doença já causou a morte de 58 grávidas.

Fontes


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