Golpe de Estado em Burkina Faso

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Gilbert Diendéré em 2010.

16 de setembro de 2015

Os líderes do golpe militar anunciaram à televisão burkinense RTB a destituição do presidente, a dissolução das instituições de transição, bem como a criação, em substituição, de um Conselho Nacional para a Democracia (CND), presidido pelo chefe de RSP Gilbert Diendéré. O presidente em exercício Michel Kafando e o primeiro-ministro Isaac Zida foram detidos pelos militares.

Um toque de recolher das 19 às 6 horas foi instalada e os controlos nas fronteiras colocados no lugar. Os militares decidiram na quinta-feira para fechar até novo aviso. Desde a queda do Blaise Compaoré, sob a pressão das ruas em Outubro de 2014, uma transição política teve no lugar em Burkina Faso. Transição agora em grande parte comprometida.

O general Gilbert Diendéré, 55 anos, tornou-se o presidente da nova autoridade, o Conselho Nacional da Democracia (CND). Ele afirma ter nenhum contato com Blaise Compaoré, que agora vive no exílio em Abidjan. Era o braço direito de Blaise Compaoré por mais de trinta anos.

Desde o início do golpe, teve lugar os confrontos nas ruas de Ouagadougou. De acordo com uma revisão de fonte do hospital pelo menos três mortos e sessenta feridos foram identificados. A tensão está no auge na capital burkinense.

Os soldados da unidade de elite origem no golpe de Estado reprimiram violentamente as manifestações dos sindicatos. O golpe vem três semanas das eleições presidenciais e parlamentares marcadas em 11 de outubro, um ano após a queda do ex-presidente Blaise Compaore.

Fontes[editar]

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