Etiópia: pelo menos 150 mortos em confrontos após a morte do cantor Hachalu Hundessa

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5 de julho de 2020

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Pelo menos 150 pessoas foram mortas na região de Oromia, na Etiópia, enquanto continuam os tumultos após a morte de um cantor popular.

A morte de Hachalu Hundessa, conhecido por suas canções políticas, aumentou as tensões étnicas na Etiópia, quando os protestos se espalharam pela região de Oromia, onde Hundessa nasceu.

A maioria das mortes ocorreu em Oromia com outros mortos na capital Adis Abeba, provocadas pelas forças de segurança ou em casos de violência interétnica na semana passada. Pelo menos 2.000 pessoas foram presas.

As autoridades cortaram os serviços de internet na tentativa de atenuar os protestos, dificultando o monitoramento dos assassinatos pelos monitores de direitos humanos.

Hundessa foi morto a tiros na noite de segunda-feira em Addis Abeba, uma semana depois de aparecer na Oromia Media Network, onde ele respondeu a uma pergunta sobre seu apoio ao governo nacional dizendo que "não apoiava ninguém além do povo Oromo".

O músico era da etnia Oromo, um grupo que sofre constante preconceito ao longo da história.

Desde que o primeiro-ministro Abiy Ahmed chegou ao poder em 2018, as demandas dos grupos étnicos por inclusão política, social e econômica e, em alguns casos, a independência tem crescido.

Fontes

  • [1] Ethiopia: At Least 150 Killed in Clashes Following Death of Outspoken Singer}, VOA, 05 de julho de 2020.
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