Ir para o conteúdo

Estados Unidos enviam aviões de ataque ao Oriente Médio; Irã mantém alerta

De Wikinotícias

19 de janeiro de 2026

Email Facebook X WhatsApp Telegram LinkedIn Reddit

Email Facebook X WhatsApp Telegram

 

Nessa segunda (19), embora Donald Trump tenha aparentemente recuado em relação a um ataque ao Irã, os Estados Unidos continuam aumentando sua presença militar no Oriente Médio. Pelo menos 12 caças F-15E, especializados no tipo de operação previsto contra Teerã, chegaram à Jordânia.

Por outro lado, o Irã mantém o alerta máximo. Nesta segunda-feira, o governo reiterou que qualquer ação mais direcionada, como o assassinato do líder supremo Ali Khamenei, será considerada um ato de guerra, e os Estados Unidos sofrerão as consequências.

Os caças de Washington partiram de Lakenheath, no Reino Unido, em direção à base de Muwaffaq, uma das oito principais bases americanas na região. Com eles, chegaram pelo menos quatro aeronaves de reabastecimento aéreo KC-135, essenciais para uma missão de ataque, além de três cargueiros C-17. Os F-15E constituem um dos pilares da frota de ataque frontal dos Estados Unidos, com capacidade para transportar 10,4 toneladas de diversos tipos de armamentos.

Existem aproximadamente 35 desses aviões no Oriente Médio, além das frotas operadas pelos aliados americanos, Israel e Arábia Saudita. A movimentação aérea na área só aumentou desde que Trump afirmou ter sido informado de que o Irã estava "parando a matança", em alusão à repressão da teocracia islâmica aos protestos que começaram no país no final de 2025.

De acordo com o próprio regime, aproximadamente 5.000 pessoas já faleceram; no entanto, organizações de direitos humanos no exterior suspeitam que os números possam ser significativamente maiores. A Hrana, com sede nos Estados Unidos, investiga cerca de 9.000 mortes que acredita estarem ligadas à repressão, além das quase 4.000 que foram registradas.

O relatório é publicado em meio à repressão persistente do Irã contra manifestantes em todo o território nacional. O relatório não foi confirmado publicamente por autoridades americanas.