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Estados Unidos dizem que Irã suspendeu 800 execuções após protestos no país

De Wikinotícias

16 de janeiro de 2026

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Nessa quinta (15), a secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o Irã cancelou 800 execuções que estavam programadas para ontem. O recuo ocorre em meio às ameaças do presidente Donald Trump de usar a força militar em resposta à reação de Teerã às manifestações contra o governo.

A Casa Branca detalhou o número hoje, mas o Irã não divulgou os seus. Trump afirmou ontem que o Irã havia suspendido seus planos de execução. "Nós recebemos a informação de que a matança parou e não há planos de execuções", declarou Trump a respeito da situação no Irã.

A declaração foi feita durante uma entrevista coletiva no Salão Oval da Casa Branca. O presidente dos Estados Unidos havia ameaçado aumentar a violência na área, dizendo que eles "pagariam um preço alto" pelas mortes.

Ele também declarou que "ajuda está a caminho", sem fornecer detalhes sobre o que ocorreria na região nos dias seguintes. Militares dos Estados Unidos foram instruídos a abandonar as bases no Oriente Médio e, de acordo com um canal de televisão, um porta-aviões está se dirigindo à área.

Karoline Leavitt, porta-voz do governo Donald Trump, afirmou que "o presidente e sua equipe estão monitorando a situação de perto e todas as opções estão sendo consideradas".

"O presidente Trump e sua equipe disseram ao Irã que, se as mortes continuarem, haverá graves consequências", afirmou.

Durante uma entrevista na quarta-feira (14), Trump afirmou que Washington tomaria "medidas muito duras" se o Irã iniciar os enforcamentos de manifestantes. No dia anterior, em uma mensagem direcionada aos iranianos por meio de uma rede social, ele solicitou a continuidade dos protestos e declarou que "ajuda" estava a caminho.

De acordo com uma matéria do jornal americano "The Washington Post", Trump, entretanto, desistiu de um ataque de grande escala contra o Irã — pelo menos por enquanto.

As autoridades dos Estados Unidos o alertaram de que a ofensiva provavelmente não derrubaria o governo e poderia levar a um conflito mais extenso. Por enquanto, ele acompanhará a forma como Teerã reage aos protestos.