Ir para o conteúdo

Estados Unidos ampliam sanções para restringir comércio de petróleo do Irã com a China

De Wikinotícias

1 de maio de 2026

Email Facebook X WhatsApp Telegram LinkedIn Reddit

Email Facebook X WhatsApp Telegram

 

Nessa sexta (1), os Estados Unidos anunciaram novas sanções com o objetivo de interromper o comércio "ilícito" de petróleo iraniano. Washington considera essa atividade a principal fonte de renda do governo iraniano para financiar terrorismo e ações de desestabilização regional.

O Departamento de Estado divulgou um comunicado informando que sancionou várias entidades, uma pessoa e um navio envolvidos no comércio de petróleo bruto, derivados e produtos petroquímicos iranianos.

Dentre os alvos está a Qingdao Haiye Oil Terminal Co., empresa chinesa operadora de terminal de petróleo, acusada de ter trazido dezenas de milhões de barris de petróleo iraniano sancionado desde a divulgação do Memorando Presidencial de Segurança Nacional 2. De acordo com os Estados Unidos, a empresa teria permitido que bilhões de dólares chegassem a Teerã ao utilizar métodos sofisticados para evitar sanções, o que inclui o recebimento de cargas de embarcações que realizavam transferências ilegais de navio para navio com petroleiros sancionados.

Além disso, o governo dos Estados Unidos alega que esses navios utilizaram métodos de navegação fraudulentos, comprometendo a segurança do comércio marítimo habitual.

Mais cedo, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos sancionou a infraestrutura financeira do Irã ao designar três casas de câmbio iranianas, indivíduos relacionados a elas e empresas vinculadas, sob a justificativa de que apoiam atividades que desestabilizam o regime. Segundo Washington, essas casas de câmbio lidam com bilhões de dólares anualmente e atuam como intermediárias na conversão da receita petrolífera em moeda utilizável tanto pelo governo iraniano quanto por sua rede de aliados e grupos apoiados na região.

Os Estados Unidos estão intensificando a incorporação da inteligência artificial em suas operações militares, enquanto ampliam as sanções contra o comércio de petróleo e a infraestrutura financeira do Irã. Essa abordagem de duas frentes visa reforçar a segurança nacional e enfrentar ameaças regionais.

Na sexta-feira, o Departamento de Guerra dos Estados Unidos anunciou em um comunicado que havia estabelecido acordos com empresas de tecnologia de ponta, como SpaceX, OpenAI, Google, NVIDIA, Microsoft, Amazon Web Services e Reflection, para implementar sistemas avançados de inteligência artificial em redes militares classificadas.

As autoridades declararam que a medida integra um esforço mais abrangente para converter as Forças Armadas dos Estados Unidos em uma "força de combate com foco em IA", com o objetivo de melhorar a eficácia operacional e a tomada de decisões em campos de combate, inteligência e gestão.

A integração será realizada em ambientes extremamente seguros, denominados redes de Nível de Impacto 6 e Nível de Impacto 7, o que possibilitará análises de dados mais ágeis, aprimoramento da consciência situacional e respostas mais eficientes em situações operacionais complexas.

Fontes