Ensino superior de Angola ganhará com adesão à francofonia, diz professor universitário

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Agência VOA

5 de junho de 2018

João Lourenço manifestou a intenção de Angola entrar para a comunidade

A adesão de Angola ao bloco da francofonia será algo de positivo para o ensino superior em Angola, disse o acadêmico e representante do Sindicato dos Professores do Ensino Superior na região acadêmica Luanda-Bengo, Carlinhos Zassala.

Zassala reagia à recente declaração do Presidente angolano João Lourenço, segundo o qual o seu Governo quer aderir ao bloco como membro de pleno direito ou então como observador.

O professor universitário explica que a Convenção de Arusha define toda a política do ensino superior no continente como a harmonização dos planos curriculares, a mobilidade dos professores e estudantes, o reconhecimento dos diplomas e outras questões.

Os países francófonos criaram um comitê denominado Camense (Comitê África Malgaxe para o Ensino Superior), que adota todas as diretrizes da Convenção de Arusha.

Angola, não tendo aderido à convenção, vai ter que adotá-la por via do Camense.

“Angola ao entrar para a Francofonia vai submeter-se às orientações do CAMENSE (Comitê África Malgaxe para o Ensino Superior) e desta maneira não haverá mais o problema da admissão de professores que hoje obedecem a razões de militância, nepotismo, compadrio, e vão passar a obedecer às normas científicas, à competência e é por isso que penso que Angola só tem a ganhar na qualidade do seu ensino superior com a entrada na Francofonia”, disse.

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