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Emirados Árabes fecham embaixada no Irã após ataques

De Wikinotícias

1 de março de 2026

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Nesse domingo (1), o Ministério das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos declarou que sua embaixada em Teerã, Irã, será fechada. A declaração também anunciou a retirada do embaixador e de todos os membros da missão diplomática na capital do Irã.

A ação foi adotada após o Irã responder a ofensivas de Israel e Estados Unidos com lançamentos de mísseis em diversas localidades do Oriente Médio. As bases militares dos Estados Unidos seriam os alvos.

As agências estatais iranianas anunciaram que o aiatolá Alireza Arafi foi designado como líder supremo interino do Irã no domingo (1), um dia após a morte do líder supremo, aiatolá Ali Khamenei.

De acordo com o comunicado, os Emirados Árabes Unidos "condenam os ataques com mísseis iranianos" e afirmam que a decisão está alinhada com a posição do país de rejeitar qualquer agressão que comprometa sua soberania e segurança. O governo afirmou que os ataques afetaram áreas civis, incluindo zonas residenciais, aeroportos, portos e instalações de serviços.

O governo dos Emirados declara que a medida constitui uma "violação flagrante da soberania nacional", além de violar o Direito Internacional e a Carta das Nações Unidas. A nota ressalta que a ação demonstra a "posição firme e inabalável" do país em resposta a ações vistas como hostis e provocativas, que, segundo o Ministério das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos, comprometem os esforços de desescalada e ameaçam a paz e a estabilidade tanto regional quanto internacional, além de afetar a segurança energética e a economia global.

"Os Emirados Árabes Unidos anunciam o fechamento de sua embaixada em Teerã e a retirada de seu embaixador e de todos os membros de sua missão diplomática, e condena os ataques iranianos", declara um comunicado divulgado na plataforma de mídia social X pelo diretor de comunicações estratégicas do Ministério das Relações Exteriores.

A decisão é uma reação "aos ataques iranianos de mísseis que tiveram como alvo o território do país, ataques agressivos que atingiram locais civis, incluindo áreas residenciais, aeroportos, portos e instalações de serviços, o que coloca em perigo civis indefesos".

Fontes