Eduardo Bolsonaro é afastado de cargo como escrivão após faltas

26 de fevereiro de 2026
A Polícia Federal (PF) afastou preventivamente o ex-deputado Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão por faltas injustificadas após a cassação de seu mandato parlamentar em dezembro de 2025. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União hoje.
O processo contra Eduardo, aberto em 27 de janeiro, apura sua ausência por mais de 30 dias consecutivos, o que pode configurar abandono de cargo e resultar em demissão. Após perder o mandato por excesso de faltas na Câmara dos Deputados, a PF exibiu o retorno imediato ao cargo.
Eduardo reside fora do país desde março de 2025. Ele é citado como um dos principais articuladores entre o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado há 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O filho de Jair tem criticado publicamente o Judiciário brasileiro e alega perseguição política, mas especialistas afirmam que a PF segue o rito administrativo padrão para casos de ausência prolongada.
Fontes
[editar | editar código]- ((pt-BR)) PF afasta Eduardo Bolsonaro de cargo por faltas não justificadas — Portal Em Tempo, 26 de fevereiro de 2026. Página visitada em 26 de fevereiro de 2026
- ((pt-BR)) PF afasta Eduardo Bolsonaro do cargo por faltas injustificadas — G1, 26 de fevereiro de 2026. Página visitada em 26 de fevereiro de 2026
- ((pt-BR)) Eduardo Bolsonaro pode ser demitido da PF? Entenda processo contra ex-deputado — VEJA. Página visitada em 26 de fevereiro de 2026


