EU atacam o Irã e Trump promete "morte certa" a quem não se render; Israel apoia ação
28 de fevereiro de 2026
Os Estados Unidos atacaram o Irã na manhã deste sábado, com Donald Trump prometendo que os que não se renderem enfrentarão a "morte certa". Ele ainda exortou os iranianos a protestar contra o regime dos aiatolás, baseado no islamismo extremista e que rege todas as leis do país. "Esta será provavelmente a única chance que terão por gerações", disse, incentivando os iranianos a tomar o poder.
O Irã "tentou reconstruir seu programa nuclear e continuar desenvolvendo mísseis de longo alcance que agora podem ameaçar nossos bons amigos e aliados na Europa, nossas tropas estacionadas no exterior e que em breve poderiam atingir o território americano", disse o estadunidense, prometendo destruir o arsenal iraniano e sua Marinha.
A ação atingiu cidades como Isfahan, Qom, Karaj, Kermanshah e a capital Teerã e teve ajuda de Israel, um dos países aliados dos Estados Unidos no Oriente Médio. O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu disse que "um regime terrorista assassino" não deve possuir armas nucleares "que lhe permitam ameaçar toda a humanidade".
O aiatolá Ali Khamenei, líder máximo do Irã, não está mais no país e seu paradeiro é desconhecido, segundo alguns veículos, mas meses atrás havia suposições de que ele teria deixado o Irã e se refugiado na Rússia. Na época o governo iraniano havia negado a informação.


