Defesa Civil e bombeiros tentam encontrar desaparecidos em desabamentos de prédios no centro do Rio de Janeiro

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Agência Brasil

Fundos do Teatro Municipal do Rio de Janeiro e um prédio que ficava ao lado do quê desabou. Imagem de 20 de fevereiro.
Fundos do Teatro Municpal do Rio de Janeiro um pouco danificados pelo desabamento do prédio atrás. Imagem de 20 de fevereiro.

27 de janeiro de 2012

Rio de Janeiro, RJ, Brasil — Equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro intensificaram ontem as buscas por vítimas dos desabamentos de três prédios no centro da cidade. Pelo menos cinco pessoas ficaram feridas (quatro homens e uma mulher) e 20 estão desaparecidas. Cães farejadores identificaram dois focos onde, possivelmente, existam pessoas soterradas. Por segurança, a área, que é bastante movimentada, foi interditada desde a madrugada.

Policiais investigam as causas dos desabamentos. A suspeita mais provável, segundo os investigadores, é de colapso nas estruturas dos prédios, como falhas nas projeções. Foram descartadas motivações provocadas por vazamento de gás nos edifícios. O trabalho é dificultado pela poeira e a sujeira no local.

Para atender às famílias, foram montados dois núcleos de atendimento – um na Câmara Municipal do Rio e outro em uma agência da Caixa Econômica Federal (CEF). Os dois locais estão próximos aos prédios que desabaram. Os atendimentos são feitos por funcionários da Defesa Civil e a prefeitura.

As cinco pessoas feridas foram retiradas dos escombros e levadas para o Hospital Municipal Souza Aguiar. Não há detalhes sobre o estado de saúde dos quatro homens e mulheres.

Os desabamentos ocorreram ontem (25) à noite e atingiram três prédios antigos da região central. Os edifícios que desabaram tinha 20, 10 e quatro andares. O menor deles estava entre os outros dois, por isso, inicialmente, não foi informado o terceiro desabamento. Um grupo de 80 homens do Corpo de Bombeiros, com o apoio da Polícia Militar e da Defesa Civil, trabalham na área.

Vários carros que estavam estacionados na região ficaram cobertos de poeira em decorrência dos escombros. Edifícios localizados em volta dos prédios desabados também ficaram encobertos, como o prédio no qual funcionava uma agência do Banco Itaú e uma padaria. Nas proximidades também fica o tradicional Bar Amarelinho, que reúne políticos, artistas e jornalistas há décadas.

Metrô[editar]

As linhas 1 e 2 do metrô carioca estão operando normalmente desde as 5h, mas ainda há muita fumaça e forte cheiro de queimado nas estações Carioca e Uruguaiana, em decorrência do desabamento de três prédios, na noite de anteontem (25), na Avenida 13 de Maio, no centro do Rio de Janeiro. Assim que os trens se aproximam das duas estações, os passageiros vão sendo alertados do problema pelos condutores, por meio do sistema de alto-falante.

Anteontem (25), logo após o desabamento, a concessionária Metrô Rio determinou o fechamento, por medida preventiva, das estações Cinelândia, Carioca, Uruguaiana e Presidente Vargas, todas na região central da cidade. Até a meia-noite, quando o metrô deixa de circular, a Linha 1 funcionou apenas entre as estações Glória e General Osório, no sentido sul, e da Central a Saens Peña, na direção norte. Já a Linha 2 ficou operando da Pavuna ao Estácio. Após vistoria feita durante a madrugada pelos bombeiros, que não constataram danos estruturais no trecho por onde passam os trens das duas linhas, o tráfego foi normalizado.

As galerias da Linha 1 do metrô passam sob a Avenida 13 de Maio, que liga o Largo da Carioca à Cinelândia. Foi na década de 70 do século passado, quando o metrô foi construído, que a 13 de Maio se tornou uma via de pedestres, com tráfego de carros limitado a veículos de serviço e carros autorizados a estacionar.

CREA[editar]

O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ) descartou a possibilidade de o desabamento de três prédios no centro do Rio de Janeiro na noite de anteontem (25) ter sido provocado por um vazamento de gás seguido de explosão. O engenheiro civil, especializado em estrutura, Antônio Eulálio Pedrosa Araújo, que está no local do acidente, disse que o prédio caiu de cima para baixo e que a entidade trabalha com três hipóteses, todas ligadas a problemas na estrutura do edifício de 20 andares, o primeiro que desabou e caiu por cima dos demais (de quatro e nove andares, respectivamente).

Para o especialista, como a região onde estão os prédios é muito próxima do mar e as construções são antigas, pode ter havido corrosão e infiltração na última laje, provocando o desabamento em efeito cascata; a outra hipótese seria as obras de reforma nos 3º e 9º andares do prédio, que poderiam ter levado ao comprometimento das vigas de sustentação. A última possibilidade, também em função das obras, seria o excesso de peso nos andares devido ao acúmulo de material, como cimento, areia e pisos.

Antônio Eulálio enfatizou que a obra que estava sendo feita não tinha autorização do CREA. “Essas obras devem ter sido feitas por leigos. Isso é considerado pelo Crea como exercício ilegal da profissão. Só que esse exercício é punido como contravenção, quando deveria ser punido como crime. Mas isso tem que mudar no código penal. Não é o Crea que muda isso”, desabafou.

O presidente da Comissão de Análise e Prevenção de Acidentes do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea), Luiz Antonio Cosenza, não acredita que tenha ocorrido explosão de gás nos prédios que desabaram, como ocorreu em outubro passado na cidade, em um prédio na Praça Tiradentes. “Nenhuma possibilidade está sendo descartada. A hipótese de que houve explosão de gás é a mais remota. Temos que esperar o resgate de todos os desaparecidos para fazer estudo mais aprofundado”. Segundo Cosenza, havia pelo menos duas obras irregulares (sem registro no Crea) no Edifício Liberdade, uma no 3º andar e outra no 9º andar.

Prefeitura[editar]

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, que continua no local do desabamento acompanhando o trabalho dos bombeiros, reiterou que a causa do acidente só poderá ser determinada pela perícia que está sendo feita por técnicos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli.

Interdições[editar]

No Local[editar]

Os prédios do quarteirão compreendido entre as Avenidas 13 de Maio e Almirante Barroso, a Rua Senador Dantas e a Travessa dos Poetas de Calçada, no centro do Rio, foram interditados na manhã de hoje (26) pela Defesa Civil. Todas as pessoas que estavam nesses edifícios estão sendo retiradas. O quarteirão fica em frente ao prédio que desabou na noite de ontem (25).

As ruas do entorno estão repletas de pessoas que trabalham nesses locais e chegaram a entrar em suas lojas e salas comerciais. Maria Rosiene, balconista de uma loja que funciona no prédio 118 da Rua Senador Dantas, disse que chegou a subir para trabalhar, mas logo em seguida a Defesa Civil deu a ordem para que o edifício fosse evacuado. “A gente teve que sair do prédio por que estava em risco”, disse.

Devido à interdição do tráfego da Avenida Almirante Barrosos, a Rua Senador Dantas teve sua mão de direção invertida, com o tráfego passando a ser feito no sentido da Avenida Chile para a Rua do Passeio, na Cinelândia. Na Avenida Chile estão grandes edifícios comerciais e as sedes da Petrobras e do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Outros[editar]

Além desses edifícios, os prédios em frente foram evacuados para facilitar o trabalho dos bombeiros, o trânsito de retroescavadeiras, caminhões e ambulâncias. “Está descartada a possibilidade de desabamento dos demais edifícios”, disse o subsecretário de Defesa Civil do Município do Rio de Janeiro, Márcio Motta. Toda a área está isolada, mas nas imediações o comércio funciona normalmente. Próximo ao trecho fechado, inúmeros curiosos e a imprensa, inclusive estrangeira, acompanha o trabalho dos bombeiros e da defesa civil.

Há também pessoas que trabalham no local como Elizabeth Souza Nascimento, funcionária do Theatro Municipal, que fica no lado esquerdo dos prédios que desabaram. No começo da manhã, ela chegou a entrar rapidamente no prédio, de onde viu o anexo da bilheteria atingido pelo desmoronamento. “Estava cheio de escombro e fumaça”, lembra.

CEG[editar]

A Companhia Distribuidora de Gás do Rio de Janeiro (CEG) divulgou nota informando que não fornecia gás para nenhum dos três prédios da Avenida 13 de Maio, no centro da cidade, que desabaram. A concessionária informou ainda que não houve pedido de vistoria para esses prédios.

A CEG também comunicou que, por medida de segurança, permanece interrompido o fornecimento de gás para as ruas localizadas no entorno dos prédios que desabaram. A solicitação para a interrupção do fornecimento foi feita pela Defesa Civil e pela prefeitura do Rio.

A possibilidade de o desabamento ter sido provocado por um vazamento de gás seguido de explosão já havia sido descartada ontem pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro (CREA-RJ).

Bombeiros[editar]

Com 35 anos de idade e 16 de profissão, o coronel do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, Luciano Sarmento não imaginava que, nos últimos dois anos, fosse trabalhar tanto no resgate de pessoas soterradas. Veterano de resgates nos deslizamentos de Angra dos Reis, do Morro do Bumba, em Niterói, em 2010, da região serrana, no ano passado, e de Sapucaia, neste ano, o trabalho do bombeiro foi solicitado mais uma vez na noite de anteontem.

Ao ser convocado para trabalhar no desabamento de três edifícios na Avenida 13 de Maio, Sarmento e sua equipe conseguiram ser bem-sucedidos no primeiro resgate. Por volta das 22h, os bombeiros receberam a informação de que havia um sobrevivente preso dentro de um dos elevadores: o operário de uma obra que era realizada no prédio, uma das cinco vítimas resgatadas com vida. “Ele estava no 9º andar, em uma obra, e saía do elevador. Quando percebeu que começou a cair tudo, ele voltou para dentro do elevador. O elevador despencou até o térreo. Ele saiu ileso, sem nenhum arranhão”, disse.

Às 12h30 de ontem, o coronel ainda trabalhava nos resgates, sem descansar. “A gente vem para salvar vidas. Quando você não consegue alcançar esse objetivo, é muito difícil. Mas uma vida que a gente salva, como foi o caso de ontem, já vale por toda a operação”, acrescentou. Sarmento também contou com orgulho que estava na equipe que resgatou com vida o menino Nicolas, de 6 meses, resgatado de escombros das chuvas de janeiro de 2011 em Nova Friburgo, na região serrana do Rio.

Vítimas[editar]

Altas[editar]

Teve alta ontem no Hospital Municipal Souza Aguiar o operário Alexandro da Silva Santos, de 31 anos, que foi resgatado na noite de anteontem (25) pelos bombeiros, dentro do elevador do prédio de 20 andares (um dos três que desabaram na Avenida 13 de Maio, no centro do Rio de Janeiro). Alexandro trabalhava em uma obra de reforma no 9º andar do prédio. O operário contou que ouviu um estalo e logo depois o prédio começou a ruir. Imediatamente, correu para o elevador, a fim de se proteger.

A assessoria de imprensa do Hospital Municipal Souza Aguiar informou na manhã de ontem que mais dois feridos no desabamento de três prédios podem receber alta. São eles André Luiz da Silva, de 37 anos, que teve ferimentos leves, e Marcelo Antônio Moreira, de 50 anos, que sofreu cortes em uma das pernas e lesão em um dos olhos. Os dois estavam no Edifício Liberdade, de 20 andares, que, ao desabar, provocou a queda também de outros dois prédios vizinhos, de altura menor.

Cristiane do Carmo, de 28 anos, que trabalhava como supervisora da reforma que vinha sendo feita no 9º andar do prédio, permanece internada sem previsão de alta. Segundo a assessoria do hospital, o quadro dela é considerado estável. Cristiane sofreu cortes profundos na cabeça e foi submetida a uma cirurgia de madrugada.

Feridos[editar]

O tenente coronel da Polícia Militar, Júlio Cezar Mafia, lotado em batalhão próximo ponto do desabamento esteve no local quando houve o primeiro resgate jà na noite do desabamento. “Viemos correndo assim que soubemos do ocorrido e encontramos o zelador que estava com a perna presa sentindo muita dor. Com a ajuda dos bombeiros e uso de muita técnica, conseguimos salvá-lo”, comemora.

Com operário Alexandro da Silva Santos, de 31 anos, trabalhavam na obra mais cinco pessoas. Uma delas, Cristiane do Carmo, sofreu corte profundo na cabeça, foi submetida a uma cirurgia durante a madrugada, no Souza Aguiar, e agora passa bem, segundo a assessoria de imprensa da unidade, onde permanece internada.

Ainda no Hospital Municipal Souza Aguiar, continuam internados André Luiz de Souza e Marcelo Antonio, mais dois feridos no desabamento. Eles também estavam no prédio de 20 andares.

Já Francisco Rodrigues, de 37 anos, recebeu alta ainda na noite passada. Ele estava passando pela calçada, na Avenida 13 de Maio, e sofreu ferimentos leves.

A assessoria de imprensa do Hospital Municipal Souza Aguiar informou na manhã de ontem que Cristiane do Carmo, de 28 anos, que trabalhava como supervisora da reforma que vinha sendo feita no 9º andar do no Edifício Liberdade, de 20 andares, permanece internada sem previsão de alta. Segundo a assessoria do hospital, o quadro dela é considerado estável. Cristiane sofreu cortes profundos na cabeça e foi submetida a uma cirurgia de madrugada.

Mortes[editar]

O secretário da Defesa Civil do estado do Rio de Janeiro, coronel Sérgio Simões, confirmou que foram encontrados três corpos entre os escombros dos três prédios que desabaram no centro da capital fluminense anteontem (25), por volta das 20h30.

O primeiro corpo identificado é o de homem de cerca de 45 anos. Segundo o coronel, “tudo indica que foi do prédio de 18 pavimentos”, disse se referindo ao Edifício Liberdade, o mais alto entre os que desabaram.

O secretário esteve na Câmara Municipal, onde cerca de 20 parentes de pessoas desaparecidas aguardam notícias. Desde o fim da noite de anteontem, eles acompanham o trabalho do Corpo de Bombeiros da sacada da Câmara Municipal, que fica perto do local onde ocorreu o desabamento.

Não há número confirmado de pessoas desaparecidas. A Agência Brasil conversou com Marcelo Ferreira, dono de uma ótica que funcionava no 12º andar. Ele saiu do edifício por volta das 19h30 junto com o sócio. Segundo ele, “havia muito gente no prédio”.

Roberto Monteiro, que trabalhava em uma empresa de informática no 10º andar, disse que 12 funcionários estavam no local. “Eles participavam de um treinamento interno que terminava às 21h. “Agora estamos dando apoio aos parentes e aguardando o trabalho dos bombeiros, rezando que haja sobreviventes.”.

Já o diagramador Vitor ferreira, que trabalhava em uma firma de tradução no 8º andar, disse que ao sair ontem, por volta das 18h30min, ficaram seis pessoas na empresa. Ele lembra que viu caindo poeira e pedaço de carvalho pelo vão do elevador e que durante o dia houve movimentação nas obras. “Durante todo dia ouvi barulho de serra e marretada”.

No final da manhã, dos três corpos de vítimas do desabamento, que foram encaminhados ontem para o Instituto Médico-Legal (IML), na zona portuária, um já foi identificado. É Moisés Moraes da Silva que, segundo sua prima Vera Lúcia dos Santos Freitas, que reconheceu o corpo, trabalhava como catador de papéis e se encontrava na porta de um dos prédios que desabaram na Avenida 13 de Maio.

Desaparecidos[editar]

O motorista particular César Sabará disse que sua irmã, Elizabeth Sabará, falava ao telefone com o marido, o advogado Franklin Machado, que estava no edifício no momento do desabamento. “Ele disse que ligaria depois porque havia um barulho ensurdecedor”. Após o telefonema, ela não conseguiu restabelecer o contato com o marido.

Parentes que acompanham a busca por desaparecidos foram levados no início da manhã para o Instituto Médico-Legal para fazer o reconhecimento dos três corpos resgatados.

No final da manhã, o subsecretário de Defesa Civil do Município do Rio de Janeiro, Márcio Motta, informou que mais dois corpos foram encontrados entre os escombros dos três prédios que desabaram ontem à noite (20h30) na Avenida 13 de Maio. Os corpos ainda não foram resgatados. Motta também informou que os três prédios geminados seguintes ao Edifício Liberdade (lado direito) foram interditados por precaução. “Interditamos por prevenção, mas vistoriamos um por um e não há risco de desabamento” e “Está descartada a possibilidade de desabamento dos demais edifícios”, disse Motta.

No total, o Corpo de Bombeiros contabiliza cinco mortes (três corpos estão no Instituto Médico-Legal) e ainda procura 11 pessoas desaparecidas.

Outros[editar]

Defesa Civil[editar]

O secretário estadual de Defesa Civil, Sergio Simões, disse que os bombeiros estão correndo contra o tempo e que a cada hora que passa as chances de encontrar sobreviventes do desabamento de três prédios diminuem. Segundo ele, até o momento, foram localizados três corpos, mas 16 pessoas continuam desaparecidas.

“O Corpo de Bombeiros sempre trabalha com a expectativa de encontrar sobreviventes. Entretanto, na medida em que o tempo passa e que as ações se desenvolvem, os espaços vão diminuindo e a possibilidade de sobrevida, infelizmente, diminui”, disse.

Segundo o secretário, os bombeiros encontram dificuldades em duas frentes. A primeira é a remoção de uma enorme quantidade de escombros, e a segunda é lidar com os parentes das vítimas. Ele acredita que os trabalhos devem prosseguir até a noite de ontem.

Doações[editar]

O Instituto de Hematologia do Rio de Janeiro (Hemo-Rio) está fazendo um apelo a voluntários para que doem sangue às vítimas do desabamento. O Hemo-Rio montou um posto de coleta no Shopping Downtown, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, além de receber em sua sede, na Rua Frei Caneca, ao lado do Hospital Souza Aguiar, no Centro.

Cruz Vermelha[editar]

No final da manhã de ontem, equipe da Cruz Vermelha Brasileira esteve no IML para prestar assistência aos parentes das vítimas. A organização forneceu mantimentos e colocou uma equipe à disposição das famílias para atendimento psicológico.

Fontes[editar]

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