Covid-19: um mês depois de iniciar vacinação, mortes crescem no Reino Unido

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13 de janeiro de 2021

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Covid-19 Mortes no Reino Unido.png

As primeiras vacinas contra covid-19 no Reino Unido (RU) foram aplicadas no dia 08 de dezembro passado, dia em que o território registrou 616 mortes. No entanto, mais de um mês depois, ao invés das mortes terem diminuído ou ao menos se mantido estáveis, o que se vê é bem o contrário: hoje foram registrados novos 1.564 óbitos, o maior número desde o início da pandemia.

E a alta foi registrada subsequentemente desde o dia 30 de dezembro passado, quando o RU registrou seu primeiro recorde da segunda onda: 981 fatalidades.

O RU já aprovou três vacinas para uso emergencial: a da Pfizer-BioNTech, a de Oxford-AstraZeneza e a da Moderna.

É esperado que as vacinas evitem a maioria dos casos graves de covid, o que fará cair os óbitos. Nesta fase, o foco da imunização está nos idosos, que são um dos grupos de risco para covid.

Por que as mortes não diminuíram?

O primeiro fator é que as festas de Natal e Ano Novo, apesar do decreto de lockdown, promoveram a aglomeração de pessoas, tanto que apenas quatro dias após o Natal o território registrou mais de 50 mil contaminações/dia pela primeira vez. Isto aumentou o número de casos e, subsequentemente, o de mortes.

O segundo motivo é que o RU lida com uma nova cepa do Sars-CoV-2, muito mais contagiosa, o que eleva ainda mais os casos.

E o terceiro motivo é que a vacinação está indo mais devagar do que era esperado, sendo que até hoje, segundo o website Our World In Data, pouco mais de 3 milhões de pessoas foram vacinadas – só acima de 70 anos e pessoas com comorbidades há cerca de 12 milhões de britânicos que terão que tomar vacina, o que significa que 9 milhões deste grupo ainda precisarão ser vacinados.

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