Covid-19: médica brasileira da equipe de Biden diz que vacinação não deve ser obrigatória e que cloroquina não funciona

Origem: Wikinotícias, a fonte de notícias livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

5 de dezembro de 2020

Email Facebook Twitter WhatsApp Telegram

Luciana Borio, a médica brasileira que fará parte da equipe do novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse hoje de manhã à CNN Brasil que o FDA ainda não aprovou uma vacina anti-Covid-19, ao contrário do que ocorreu com a aprovação para uso emergencial no Reino Unido (RU), porque o órgão "realmente está revisando tudo sobre o que se sabe" a respeito da vacina da Pfizer [a que foi aprovada no RU]. "Isto é importante para que a população tenha confiança na vacina", disse.

Perguntada sobre se é a favor da obrigatoriedade da vacinação, ela disse que acha "desnecessário forçar, até porque são tecnologias novas e há menos experiência com estas vacinas". Luciana também explicou que com o tempo as pessoas vão confiar na vacina e se conscientizar sobre seu uso para proteger suas famílias e suas comunidades.

Na entrevista, o assunto "uso da cloroquina" também veio à tona e a apresentadora perguntou sobre o porquê de Luciana ser "absolutamente contra seu uso" no tratamento da Covid. "Porque ela não funciona", respondeu a médica. "Foi uma promessa sem fundamento científico", disse, opinando ainda que a polêmica em torno da substância pode ter atrasado a testagem e desenvolvimento de outros medicamentos para o tratamento da doença.

A entrevista está disponível no vídeo AO VIVO: CNN SÁBADO MANHÃ - 05/12/202 no canal oficial da CNN no You Tube.

Quem é Luciana?

Luciana é especialista em doenças infeciosas e saúde pública e já foi diretora de Emergências Médicas do Conselho Nacional de Segurança e cientista-chefe da FDA, onde também ocupou outros cargos.

Atualmente é vice-presidente da empresa de venture In-Q-Tel, que investe em empresas para o desenvolvimento de novas tecnologias.

É conhecida também por seu trabalho no combate ao ebola e ao vírus da zica.


Referência

Fontes

Compartilhe
essa notícia:
Email Facebook Twitter WhatsApp Telegram LinkedIn Reddit