Covid-19: governo do Brasil volta atrás e cancela vacinação de jovens sem comorbidades

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16 de setembro de 2021

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Depois de anunciar no final de julho passado que adolescentes entre 12 e 17 anos de idade seriam vacinados após todos os adultos terem recebido ao menos uma dose de uma vacina contra a covid-19, o Ministério da Saúde voltou atrás ontem e divulgou que apenas os jovens com comorbidades, com deficiência permanente e que estejam privados de liberdade continuariam na lista de imunização.

Os motivos do cancelamento apontados pelo órgão são vários, como o de que os jovens são pouco propensos a desenvolverem covid grave, mas o Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e o Conassens (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde) divulgaram hoje um ofício onde reiteraram a importância de vacinar os adolescentes para controlar a pandemia no Brasil.

Os dois Conselhos também pediram no ofício esclarecimentos à Anvisa sobre um evento adverso grave num adolescente do estado de São Paulo.

Falta de vacinas?

Apesar de ontem o ministro Marcelo Queiroga dizer que há excesso de vacinas no país [dado que é inverídico, uma vez que as vacinas da Pfizer que, de acordo com a bula, deveriam ser aplicadas num intervalo de 21 terem sido aplicadas num intervalo de12 semanas para que houvesse mais doses disponíveis para aplicação da primeira dose], a CNN reportou que entrou em contato com o Ministério para saber se "a nova recomendação tem como motivação a garantia de imunizantes para a terceira dose de idosos".

A vacina da Pfizer é, justo, a que seria usada nos jovens e a que também deve ser usada como dose de reforço nos idosos.

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