Covid-19: com vacinação avançando entre jovens, idosos voltam a representar maioria dos óbitos no Brasil

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2 de outubro de 2021

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Com as mortes por covid-19 apresentando redução expressiva no Brasil nos últimos meses, conforme a vacinação avançava para as faixas etárias abaixo de 60 anos, a morte de idosos voltou a ficar em evidência - e não porque tenham voltado a morrer mais, mas sim porque os mais jovens passaram a morrer menos.

O dado é do último Boletim do Observatório Covid-19 Fiocruz, divulgado ontem, onde os pesquisadores apontam que nas duas últimas duas semanas houve redução de 27,7% nas internações e de 42,6% nos óbitos, mas que “o quadro atual mostra que, uma vez que a população vem sendo beneficiada de forma mais homogênea com a vacinação, o grupo de idosos se consolida como mais representativo entre os casos graves e fatais, com 57% das internações e 79% dos óbitos” e que “novamente, pela primeira vez desde o início da vacinação entre adultos, todos os indicadores (internações, internações em UTI e óbitos) passam a ter a média e a mediana acima de 60 anos”.

O Brasil já vacinou 71% de sua população com ao menos uma dose de uma vacina contra a covid e 42% está com a imunização completa, o que foi decisivo para a redução das fatalidades pela doença, apontam os estudiosos. “A vacinação vêm contribuindo para um cenário positivo”, escreveram no Boletim.

Atualmente, apenas o Espírito Santo está em estado de alerta intermediário para a ocupação de leitos de UTI. Distrito Federal também está nesta zona, mas a elevação das taxas de ocupação se deve à redução do número de leitos. Os demais 25 estados estão fora da zona de alerta, com taxas inferiores a 60% de ocupação de leitos de UTI.

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