Covid-19: Brasil tem 10 dias seguidos com média móvel de óbitos abaixo de 3 mil

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24 de abril de 2021

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O Brasil registrou hoje novas 3.076 fatalidades por covid-19, um número bastante alto para um sábado, dia em que muitas secretarias estaduais da saúde não reportam os casos ao sistema nacional. Com isto, o total de óbitos chega hoje a 389.492, enquanto o total de casos chega a 14.308.215.

No entanto, apesar deste número alto de óbitos, esta é a primeira vez, em muito tempo, que o país tem 10 dias seguidos com a média móvel (a média dos setes dias anteriores) de mortes abaixo de 3 mil.

Recentemente, o país já havia tido uma série de 7 dias consecutivos com média móvel de óbitos abaixo de 3 mil entre 03 e 09 de abril, mas no dia 10 ela voltou a subir, ficando em 3.020.

As médias dos últimos dias

  • 15/04: 2.917
  • 16/04: 2.861
  • 17/04: 2.906
  • 18/04: 2.885
  • 19/04: 2.866
  • 20/04: 2.796
  • 21/04: 2.798
  • 22/04: 2.579
  • 23/04: 2.523
  • 24/04: 2.544

No dia 14 de abril, a média havia sido de 3.015.

Estabilidade e queda

A Wikinotícias vem prevendo desde o dia 03 passado a estabilidade - ou desaceleração - da pandemia de covid-19 no Brasil, o que significava que os casos novos deixariam de subir, ao menos num ritmo acelerado, antes de começar a cair. Quando as novas infecções caem, cerca de duas a três semanas depois as mortes também começam a cair. Segundo o painel do Conass, as duas últimas semanas foram, realmente, de queda nas novas contaminações. Foram ~463 mil novos casos na semana de 28/03 a 03/04; ~491 mil de 04 a 10/04; ~455 mil de 11 a 17/04; e, finalmente, ~408 mil de 18 a 24/04 - quase 50 mil infecções a menos esta semana em comparação com a semana passada.

O nova situação vem cerca de dois meses após diversos estados decretarem lockdowns parciais temporários, com o cancelamento de atividades não essenciais, incluindo o fechamento temporário do comércio em geral, que não o de bens alimentícios e medicamentos.

A queda ainda mais acentuada de novos casos e óbitos já pode ser prevista para as próximas semanas, se medidas como a não aglomeração e o uso de máscaras faciais continuarem a ser seguidas.

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