Covid-19: "O luto domina o Brasil", diz nota do Conass após país chegar a 500 mil óbitos pela doença

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19 de junho de 2021

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"O luto domina o Brasil. Passados quinze meses do primeiro óbito por Covid-19 no país, poucos são os brasileiros que não sofrem pela perda de um parente, um amigo próximo, um colega de trabalho, um vizinho", diz a parte inicial de uma nova emitida no final desta tarde pelo Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), após o país chegar - e ultrapassar - 500 mil fatalidades por covid-19 hoje.

No segundo parágrafo, o órgão expressa sua desaprovação aos governantes em todo Brasil que se opõem às medidas indicadas pela OMS para controlar a pandemia: uso de máscara, distanciamento social, higienização das mãos e, mais recentemente, a vacinação em massa. "Contra a lógica e a ciência, alguns governantes questionam a dimensão da tragédia, lançam dúvidas sobre medidas comprovadamente eficazes para reduzir o risco do contágio e desdenham da vacina. Temos, portanto, duas crises: a do vírus e a da ignorância. Essa perigosa combinação expõe mais pessoas ao risco de contágio e dificulta ainda mais as estratégias de prevenção da doença", diz o comunicado.

O Conselho aproveitou a oportunidade para apelar por uma coordenação nacional que unifique os discursos e as ações para controlar a pandemia, enfatizando que:

  • é preciso vacinar mais brasileiros e de forma mais rápida;
  • é necessário reforçar a adoção das medidas não medicamentosas;
  • é importante promover uma campanha de comunicação bem estruturada.

"Apenas unidos seremos capazes de superar os desafios que a pandemia nos trouxe", enfatiza o Conass no final.

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