Ir para o conteúdo

Conselho da Paz promete mais de US$ 5 bilhões para reconstrução e esforços humanitários em Gaza, diz Trump

De Wikinotícias

16 de fevereiro de 2026

Email Facebook X WhatsApp Telegram LinkedIn Reddit

Email Facebook X WhatsApp Telegram

 

Nesse domingo (15), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que os membros do denominado Conselho de Paz se comprometeram a destinar mais de 5 bilhões de dólares para ações na Faixa de Gaza.

A afirmação foi feita em uma publicação na rede Truth Social no domingo (15). De acordo com Trump, os fundos serão alocados para iniciativas humanitárias e para a reconstrução do território palestino.

Além de intensificar a presença da polícia local no enclave palestino, os países membros do Conselho de Paz se comprometeram a enviar milhares de militares para formar uma força de estabilização aprovada pela ONU, conforme declarado pelo presidente no texto.

Trump não especificou quais países estão no Conselho de Paz nem a forma como os fundos serão alocados. Ele também afirmou que os compromissos envolvem assistência para preservar a segurança e a estabilidade na área.

De acordo com Trump, o valor será oficialmente divulgado na primeira reunião do conselho, agendada para quinta-feira (19 de fevereiro), em Washington. O encontro ocorrerá no United States Institute of Peace, que, segundo o Departamento de Estado, foi renomeado como "Donald J. Trump U.S. Institute of Peace".

Além dos fundos financeiros, Trump afirmou que os países membros do conselho também se comprometeram a enviar milhares de agentes para formar uma força internacional de estabilização e policiamento em Gaza. O objetivo seria garantir a segurança no território e desarmar o Hamas, que é uma das principais demandas do governo de Israel.

"Os Estados-Membros prometeram mais de US$ 5 bilhões para os esforços humanitários e de reconstrução em Gaza e designaram milhares de pessoas para a Força Internacional de Estabilização e a Polícia Local, a fim de manter a segurança e a paz para os habitantes de Gaza", afirmou o presidente em sua rede social, ao anunciar que presidirá o grupo.

Fontes