Comparecimento de eleitores na Guiné-Bissau é menor do que a primeira volta e dois maiores partidos se comprometem a aceitar resultados

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27 de julho de 2009

Guiné-Bissau


O chefe da missão de observação eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) às presidenciais da Guiné-Bissau, o são-tomense Albertino Bragança, disse ontem que os "níveis de afluência às urnas estão inferiores aos da primeira volta". No Brasil, “primeira volta” é “primeiro turno”.


Os níveis de afluência às urnas estão inferiores aos da primeira volta, mas disseram-nos que há muita gente na missa e que provavelmente vai melhorar na segunda parte do dia. Por isso mesmo, ficamos na expectativa que à tarde possa haver uma corrida às urnas superior à verificada esta manhã. De resto, encontramos a mesma tranquilidade, os jovens nas mesas muito competentes e o nível de organização é igual.
Albertino Bragança


Bragança declarou que o processo eleitoral é normal, como ocorreu na primeira volta (primeiro turno no Brasil), realizado 28 de junho. Cerca de 600.000 eleitores escolheram novo Presidente, depois do anterior, "Nino" Vieira, ter sido assassinado na residência em Bissau, a 2 de março.

Partidos Políticos

Os dois maiores partidos assinaram ontem, um Memorando de Entendimento no qual se comprometem a aceitar os resultados das eleições de domingo e a tratar com dignidade o candidato vencido, disse a fonte diplomática à agência Lusa.

Segundo testemunhas e a fonte, indicadas pela União Africana (UA) e das Organizações das Nações Unidas (ONU), os partidos que assinaram foram o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e o Partido da Renovação Social (PRS).

Os dois partidos comprometeram a "trabalhar de mãos dadas para um diálogo inter-guineense" e a "trabalhar com o actual Governo". O PAIGC apoiou Malam Bacai Sanhá e PRS ao Kumba Ialá.

Fontes

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