Colômbia vai continuar a trabalhar com os Estados Unidos no combate ao tráfico de drogas, diz governo
5 de janeiro de 2026
Nessa segunda (5), duas autoridades colombianas afirmaram que o país continuará a colaborar com os Estados Unidos no combate ao tráfico de drogas, utilizando a inteligência e a tecnologia de Washington. A declaração dos ministros do Interior, Armando Benedetti, e da Justiça, Andres Idarraga, acontece um dia depois de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, referir-se ao presidente colombiano Gustavo Petro como "doente" e admitir a possibilidade de uma intervenção militar americana no país.
Após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar uma intervenção militar na Colômbnia, Gustavo Petro, presidente colombiano, defendeu o histórico de seu governo no combate ao narcotráfico.
Na madrugada de segunda-feira (5), Petro destacou alguns dos êxitos de sua gestão no enfrentamento às drogas em uma postagem de quase 700 palavras na rede social X.
Isso abrangeu o que ele qualificou como "a maior apreensão de cocaína da história mundial e o domínio de El Plateado — 'A Wall Street da Cocaína', que administrações anteriores deixaram prosperar".
Trump insinuou uma possível intervenção militar na Colômbia e ameaçou outras nações, afirmando a repórteres durante o voo no Air Force One no domingo (4) que o país é "governado por um doente que produz cocaína e a vende para os Estados Unidos".
Petro declarou ter ordenado bombardeios direcionados a grupos armados relacionados ao narcotráfico, em conformidade com o direito humanitário, e advertiu outros sobre os riscos de atacar esses grupos sem informações adequadas.
Fontes
[editar | editar código]- ((pt)) Colômbia vai continuar a trabalhar com os EUA no combate ao tráfico de drogas, diz governo — Universo Online, 5 de janeiro de 2026
- ((pt)) Petro defende histórico de combate às drogas na Colômbia após fala de Trump — CNN Brasil, 5 de janeiro de 2026

