CNT/Sensus revela queda de dez por cento na avaliação do presidente Lula

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31 de março de 2009

Brasil

Pesquisa CNT/Sensus revela: a avaliação positiva do Governo Lula caiu dez pontos, entre janeiro e março. É o pior resultado desde setembro do ano passado.

De acordo com o levantamento, o índice que avalia o governo como "ótimo ou bom" diminuiu de 72,5% para 62,4%. Já o número de pessoas que o consideram regular subiu de 21,7% para 29,1%.

A alta foi observada também nas avaliações que classificam a atual gestão como "ruim ou péssima". Neste quesito, o índice avançou de 5% para 7,6%.

A aprovação do desempenho pessoal do presidente Lula também caiu no período. Entre janeiro e março, o indicador recuou de 84% para 76,2%. Enquanto a desaprovação fez caminho inverso e saltou de 12,2% para 19,9%.

A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 23 e 27 de março, em 136 municípios de 24 Estados. Foram ouvidas 2 mil pessoas, e a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou menos.

A queda da popularidade deve-se à crise econômica internacional desde setembro do ano passado, que prejudicou os primeiros setores brasileiros em outubro no ano passado, atingiu em janeiro deste ano. Em 8 de outubro do ano passado, no início da crise, Lula declarou à impresa que a crise não veio como tsunami no Brasil, alegando que a crise "é uma marolinha". No ano-novo de 2009, prometeu num discurso que a crise não vai chegar no Brasil, o que não se confirmou.

Eleições 2010

Ainda segundo a CNT/Sensus, o governador de São Paulo, José Serra, consolidou a liderança na intenção de votos para a sucessão presidencial, em 2010. O tucano subiu quase três pontos, para 45,7%. A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, cresceu na mesma proporção e aparece em segundo lugar, com 16,3%.

A pesquisa CNT/Sensus também revelou que 52,5% dos entrevistados são à favor da redução da jornada de trabalho, com diminuição dos salários, como medida para evitar demissões. E o número de pessoas que têm medo de perder o emprego passou de 42,7% em janeiro, para 44,8%, me março.

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