Câncer mata, no Rio, aos 81 anos, sambista Wilson Moreira

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Agência Brasil

7 de setembro de 2018

Vítima de um câncer, morreu na noite de ontem (6), no Rio de Janeiro, o compositor Wilson Moreira. Ele tinha 81 anos. A notícia da morte foi dada pela página oficial do compositor no Facebook, pouco antes da meia-noite. Poucas horas antes, a informação era de que ele estava internado tratando de problemas renais.

Nascido Wilson Moreira Serra em dezembro de 1936, no bairro de Realengo, na zona oeste do Rio, trabalhou como guia de deficientes visuais, guarda penitenciário e engraxate antes de se dedicar ao samba.

De família de jongueiros e tocadores de caxambu, Wilson se interessou pelo samba ainda pequeno.

Entre os sucessos do artista estão Te Segura, Goiabada Cascão, Morrendo de Saudade e Peso na Balança, gravados por Beth Carvalho; Gostoso Veneno, na voz de Alcione; Mulata do Balaio e Deixa Clarear, com Clara Nunes; e Cidade Assassina, gravada por Elizeth Cardoso.

Também foi parceiro de Zeca Pagodinho no sucesso Judia de Mim. Em parceria com Nei Lopes, gravou os discos A Arte Negra de Wilson Moreira e Nei Lopes, lançado em 1980, e O Partido (Muito) Alto de Wilson Moreira e Nei Lopes, de 1985.

Escola homenageia compositor

Em sua página no Facebook, a escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel, onde Moreira foi fundador da Ala dos Compositores, homenageou a ele.

“A Mocidade Independente de Padre Miguel rende suas homenagens ao grande compositor Wilson Moreira, autor dos nossos sambas de 1962 e 1963. Expressamos nossa solidariedade a seus familiares, desejando que Deus os conforte nesse momento”, diz a nota.

Já a Portela, para onde Moreira foi a partir de 1968, lamentou em sua página na internet a morte do compositor dos clássicos Senhora Liberdade e Gostoso Veneno.

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