Brasil: sem dar conta do legado de destruição, complexo da Samarco é reativado em Mariana

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27 de dezembro de 2020

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A Vale anunciou a retomada parcial das atividades dos dois complexos de mineração do complexo de Germano localizados em Mariana (MG) e Anchieta (ES), ambos administrados pela Samarco.

Segundo a Vale, apenas 26% da estrutura controlada pela Samarco, administrada em cooperação com a BHP Billiton, foi reativada, com capacidade de produção anual de 7 a 8 milhões de toneladas de ferro.

A devolução ocorreu cinco anos depois, em 5 de novembro de 2015, quando 43,8 milhões de metros cúbicos de lodo tóxico foram despejados na bacia do rio Doce, logo após o rompimento da barragem de Fundão, no complexo de Germano.

Além das 19 vítimas e da destruição de 860 hectares de Mata Atlântica, a lama também afetou 4 terras indígenas e mais de 43 cidades. Rejeitos de mineração poluíram 675 quilômetros do Rio e os seus 113 afluentes. Morreram pelo menos 11 toneladas de peixes.

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