Artigo em destaque: Maiote um ano após o destrutivo ciclone Chido
14 de dezembro de 2025

Exatamente um ano atrás, o destrutivo ciclone tropical Chido (fenômeno conhecido como furacão nos Estados Unidos quando os ventos sustentados passam de 120 km/h) tocou terra na Ilha Grande do pequeno arquipélago francês no sul da África, Maiote. O ciclone, que estava então classificado como "intenso", o equivalente a superfuracão, provocou rajadas de ventos de 226 km/h e foi depois considerado o "ciclone mais violento e destrutivo desde 1934". A OMM declarou que foi um início de temporada "precoce e devastador", referindo-se à temporada de 2024-25 de ciclones tropicais no sudoeste do Oceano Índio.
Centenas de pessoas morreram e o número total de vítimas fatais nunca ficou completamente claro, já que milhares de migrantes africanos ilegais viviam em casas precárias à beira do mar que foram completamente destruídas. "Todas as habitações precárias foram destruídas. Não sobrou nada ”, disse uma autoridade à época, mas cerca de 65% de todos os prédios de Maiote sofreu ap menos algum tipo de avaria, como partes de telhados arrancados.
Imagens da Ilha Grande antes e depois do Chido divulgadas pelo satélite Copernicus e pela NASA chocaram o mundo dias após o desastre natural histórico.
E mesmo hoje, um ano depois, a Maiote segue em reconstrução. "Grandes partes do arquipélago do Oceano Índico permanecem visivelmente danificadas, e a reconstrução avança muito mais lentamente do que o prometido", reportou a rf1, uma agência de notícias da França, dias atrás.

