Angola exige certificado de vacinação ou teste negativo de Covid-19 para acesso a espaços públicos

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1 de novembro de 2021

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A partir desta segunda-feira, 1 de Novembro, o acesso aos espaços públicos em Angola, por parte dos cidadãos maiores de 18 anos, passou a ser permitido apenas mediante a apresentação do teste negativo da Covid-19 ou do certificado digital de vacinação.

Especialistas da saúde e responsáveis sindicais chamam a atenção para a possibilidade de a medida não vir a ter aplicação prática em todo o país e pedem ponderação para determinadas regiões.

A medida consta do novo decreto presidencial sobre o estado de calamidade pública em Angola.

De acordo com o ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, Francisco Furtado, ela é extensiva aos concursos para o ingresso na função pública e viagens para o exterior do país.

“Nomeadamente nos sectores da Saúde, Educação e na Defesa e Segurança, para as viagens dos estrangeiros e nacionais residentes para o exterior do país, para as empresas públicas e entes equiparados”, explicou Furtado.

Entretanto, o médico Luís Bernardino, conhecido pelas suas críticas à forma como o Governo tem gerido o combate à Covid-19, insiste em como o país não está em condições de satisfazer a demanda da população a vacinar o que, em sua opinião, pode estimular “o surgimento de mecanismos paralelos e de corrupção".

O secretário-geral do Sindicato Nacional dos Professores (Sinprof), Admar Ginguma, também diz não haver capacidade para atender todos os professores e alunos espalhados pelo país.

O sindicalista sugere um plano de vacinação específico para o sector da educação “lá onde a oferta das vacinas ainda é incipiente”.

Por sua vez, o presidente do Sindicato dos Médicos de Angola, Adriano Manuel diz que a organização que dirige é favorável à vacinação massiva da população “tendo em conta a fragilidade do sistema de saúde do país”.

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