Praticantes de Falun Dafa Comovem Nova York com Parada de 5000 Pessoas
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Entre as 13:00h e 16:00h do sábado de 6 de junho, cerca de 5.000 pessoas de mais de 50 nações estremeceram a 6 avenue em Nova York em uma parada de dimensões colossais. Os participantes do Falun Dafa (também chamado de Falun Gong) – “uma prática de exercícios e meditação baseada nos princípios da Verdade, Compaixão e Tolerância”, como diziam os cartazes segurados por pessoas vestindo trajes típicos de seus países – mostraram aos novaioquinos todo o esplendor e a essência deste caminho espiritual.
Na primeira ala, os bumbos, flautas e trombones da Tian Guo Marching Band abriram caminho, ecoando pelas ruas do centro de Manhattan, atraindo a atenção do público que passava. Logo atrás, praticantes do Falun Dafa de várias nacionalidades carregavam cartazes em diversos idiomas, mostrando disseminação da prática pelo mundo. Um grupo de jovens conduzia um dragão bailando pelo ar e os leões que dançavam quase que ganhando vida, ao som dos tambores e pratos chineses. Um grupo de meninas vestidas de Bodhisatvas , divindades femininas do budismo, seguravam flores de lótus e faziam gestos de mão graciosos, comovendo a platéia com sua beleza e suavidade divinas.
Três praticantes de São Paulo e um do Rio de janeiro participaram da parada marcando a presença do Brasil com cartazes em verde, azul e amarelo:
"Bem, eu como praticante do Falun Dafa, fiquei tocado pela solenidade e pela beleza do desfile, e também pela precisão e pelo profissionalismo dos integrantes das bandas e das diferentes alas temáticas.
... sendo praticantes brasileiros pudemos conhecer praticantes de várias outras nacionalidades e culturas e ver o quão sérios e diligentes eles são e o quanto o Falun Dafa os têm ajudado a serem pessoas melhores.
Outra coisa foi ver como as pessoas na rua se interessavam pelo que estávamos mostrando, os aplausos que recebíamos, e o incentivo para que continuássemos a lutar contra o genocídio na China.” (Alberto Fiaschitello - Cientista Social e praticante de Falun Dafa)
Depois de emocionar a platéia com um verdadeiro espetáculo de cores sons e culturas, mostrando a essência da busca espiritual do Falun Dafa, um carro alegórico com os dizeres : “Parem com a perseguição ao Falun Gong na China” e “as prisões e os campos de trabalhos forçados da China são os bancos de órgãos do mundo” abria a segunda sessão da parada. Em cima dele, atores representavam os métodos de tortura e as extrações forçadas de órgãos para transplantes que os praticantes de Falun Gong vêm sofrendo, desde que líderes do Partido Comunista Chinês tornaram a prática ilegal em julho de 1999 e iniciaram uma perseguição violenta contra os seus adeptos. Em seguida uma ala carregava, envoltas em coroas de flores, as fotos dos praticantes de Falun Gong mortos pelo governo chinês, seguida de centenas de cartazes clamando pelo fim da perseguição, liberdade de crença e respeito aos direitos humanos. Uma ala interessante divulgava “o livro que está dissolvendo o PCCh”, chamado “Nove comentários sobre o Partido Comunista Chinês” e que revela os crimes cometidos pelo governo chinês e ocultados pela censura dos meios de comunicação naquele país.
Por fim, uma ala de tambores tradicionais marcou o ritmo de encerramento do espetáculo, seguida de centenas de pessoas vestidas em amarelo demonstrando os exercícios do Falun Dafa e um carro alegórico com jovens meditando sentados como Budas sobre flores de lótus, com os dizeres “O MUNDO PRECISA DE VERDADE COMPAIXÃO E TOLERÂNCIA”.
“O que me deixou um pouco triste foi ver a ala onde as senhoras levavam as fotos dos praticantes assassinados na China. Mas, ainda assim, de algum modo, foi bonito também, porque vi a dignidade e a solenidade daquelas mulheres que carregavam as fotos de filhos, maridos ou conhecidos, e tinham a força para continuar denunciando e lutando contra este genocídio na China, mesmo com a dor que carregam consigo...
Espero que muitos governos e pessoas abram os olhos para este terrível massacre que está ocorrendo na China Continental: afinal, se nós não fizermos algo por aquelas pessoas, elas continuarão sendo torturadas e mortas brutalmente aos milhares ainda por longos anos. ” (Alberto Fiaschitello - Cientista Social e praticante de Falun Dafa)
maiores informações sobre como aprender a prática do Falun Dafa no Brasil e sobre a perseguição violenta na China estão disponíveis em: